Quarta-Feira, 02 de Março de 2016 - 10:08 (Dica de Leitura)

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VEJA AS CARREIRAS QUE NÃO FORAM ATINGIDAS PELA CRISE E QUE ESTÃO EM ALTA

Empresas de RH revelaram haver cinco setores que continuam requisitando mais mão de obra, mesmo na crise


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A cada pesquisa do IBGE, acompanhamos que quase todos os setores da economia brasileira demitram milhares de pessoas. E, cada vez mais, conseguir emprego em 2016 vai exigir muito mais da qualificação do profissional. Mas, ainda há setores que estão crescendo e contratando mesmo nessa época difícil.

O portal R7 consultou duas empresas de Recursos Humanos, que revelaram haver cinco setores que continuam requisitando mais mão de obra, mesmo na crise. Confira!

1. Saúde - “Saúde não é algo que as famílias brasileiras estão abrindo mão”, diz a assessora da Catho ao portal. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), esse foi, dentro do setor de serviços, o único ramo que não fechou vagas em janeiro deste ano. A área de saúde fechou o mês com um saldo de 49,7 mil contratações a mais do que demissões. Vagas: médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, técnico de enfermagem.

2. Setor financeiro - O mercado tem buscado profissionais com capacidade para atuar durante a crise econômica, analisando faturamento, gastos e aplicando soluções.

3. Vendas - Na busca por mais receita, as empresas começaram 2016 em busca de vendedores, de todos os tipos, desde que tenham experiência. Vagas: representante comercial e executivo de vendas.

4. Agricultura e pecuária - Esse é o único setor da economia que tem contratado mais pessoas do que demitido. Segundo dados do Caged, o agronegócio fechou janeiro com saldo positivo de 49.734 novas vagas. Oportunidades: veterinário, agrônomo, operador de máquina agrícola, ajudante de campo, funcionários de frigoríficos.

No mês de janeiro, as seis principais regiões metropolitanas do país somaram 1,9 milhão de desempregados. O índice (7,6%) é o maior para o mês desde 2009. O número de trabalhadores com carteira assinada (11,6 milhões) caiu em relação ao mesmo período de 2015 (menos 336 mil pessoas). O Brasil tinha, em novembro, 9,1 milhões de desempregados, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os dados mostram que, entre os setores que mais demitem, estão a construção civil e a indústria. Porém, o ramo de serviços, o que mais emprega em todo o país, também começou a sentir os efeitos da crise, dispensando, principalmente, funcionários com menos qualificação (limpeza, vigilância e telemarketing).

Fonte: noticias ao minuto

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