Terça-Feira, 08 de Outubro de 2019 - 16:12 (Geral)

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SIMERO PARTICIPA DE REUNIÃO NA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Na oportunidade, a presidente, abordou sobre regulamentação da jornada de trabalho dos médicos que atuam no serviço público de saúde.


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A Presidente do Sindicato Médico de Rondônia (SIMERO), Flávia Lenzi, participou de uma reunião na sede da Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) para debater questões referentes ao Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) acertado entre a SESAU e órgãos de controle.

"Desde que começou essas determinações aos médicos servidores, o SIMERO vem trabalhando arduamente para que a categoria não tenha perdas e prejuízos. Participamos de várias reuniões na sede do sindicato, nas Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, Ministério Público e outras entidades com seus respectivos representantes, pois sabemos que essas medidas não condizem com a realidade do dia a dia do médico." Enfatizou Dra. Flávia Lenzi.

Na oportunidade, a presidente, acompanhada da assessora jurídica Danielle Garcez e do Suplente Secretário Geral do SIMERO, Reginaldo Lourenço abordou sobre regulamentação da jornada de trabalho dos médicos que atuam no serviço público de saúde. Dra. Flávia ainda enfatizou a precariedade das unidades de saúde, falta de insumo, além das imposições da administração pública com relação à carga horária da classe médica.

Outras reuniões estão pré-agendadas com a SESAU e representantes de entidades públicas para debater soluções que atendam a classe médica, bem como outros profissionais da saúde e esclarecer pontos relativos ao TAG como jornada de trabalho em regime de plantões e implantação de ponto eletrônico nas unidades de saúde do estado.

"A classe médica não vai aceitar qualquer aumento indiscriminado no número de plantões sem qualquer justificativa. Já trabalhamos em condições insalubres, em unidades sem infraestrutura, com falta de EPI e pessoal. Não podemos aceitar sacrifícios ainda maiores que vivenciamos na pele todos os dias. O SIMERO está de prontidão esperando sim uma solução legal que seja condizente com a realidade médica. Não vamos nos calar." Concluiu Dra. Flávia Lenzi.

Fonte: 010 - assessoria

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