Quinta-Feira, 16 de Maio de 2019 - 20:13 (Entretenimento)

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SEM HERÓI? HOMEM DE FERRO DE CURITIBA É FURTADO E CORRE RISCO DE SE APOSENTAR

O intérprete do super-herói notou a falta do item, pouco antes de se apresentar em um evento na cidade de Ponta Grossa, no último fim de semana.


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O marceneiro curitibano Edson José da Silva, conhecido por interpretar o personagem dos quadrinhos e do cinema, Homem de Ferro, em festas e eventos por todo o país, pede ajuda para encontrar a luva de sua armadura. O intérprete do super-herói notou a falta do item, pouco antes de se apresentar em um evento na cidade de Ponta Grossa, no último fim de semana. Impedido de realizar seu trabalho, o caso gerou comoção nas redes sociais, mas até o momento as luvas não foram encontradas.

Segundo Silva, que tornou-se o Homem de Ferro de Curitiba após vencer um câncer, após uma apresentação na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, ele viajou até Ponta Grossa com outra pessoas em um ônibus fretado. “Depois de Itajaí, fui junto com uma excursão para Ponta Grossa realizar outro evento. Deixei a armadura no camarim e fui conversar e cumprimentar o público.  Quando voltei, a luva não estava mais lá e agora não sei dizer se pegaram em Ponta Grossa ou se ainda em Santa Catarina”, lamentou.

Ele contou à Banda B que o roubo já está causando prejuízos. “Apenas neste final de semana, eu precisei cancelar quatro eventos”, afirmou o Homem de Ferro, que durante a semana realiza trabalhos voluntários e no fim de semana participa de eventos particulares.

Armadura

A armadura foi desenvolvida por ele mesmo e demorou mais de um ano para ficar pronta. “Essa armadura é um projeto que tem na internet e eu só adaptei. Ela é feita de papel, resina, fibra e tinta automotiva”, detalhou, explicando ainda que   dificuldade de estar sem as luvas é que ela controla toda a minha armadura. “Desde os braços, até o capacete que funciona com abertura eletrônica, tudo”, explicou o marceneiro. Segundo ele, a fabricação de novas luvas demoraria em torno de 30 dias e será necessário desmarcar muitas apresentações.

“Esperança a gente sempre tem, mas se alguém pegou de maldade, não tem o que fazer com as luvas, a não ser que tenho uma armadura igual a minha”, contou.

A Banda B já tinha realizado uma reportagem sobre a história do intérprete em 2017, quando depois de vencer o câncer decidiu construir a fantasia para levar alegria para crianças.

Fonte: 010 - bandab

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