Terça-Feira, 02 de Junho de 2020 - 16:41 (Geral)

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POR CONTA DA PANDEMIA, JUSTIÇA DO DF ADIA JÚRI POPULAR QUE JULGARIA AS ASSASSINAS DO MENINO RHUAN MAYCON

Segundo a imprensa do DF, a última movimentação do caso foi feita em novembro do ano passado.


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Por Wanglézio Braga
Da redação do News Rondônia

Já se passou um ano da notícia que chocou e abalou o país: o esquartejamento do menino acreano Rhuan Maycon da Silva Castro, ocorrido em Brasília (DF). As acusadas de cometerem o crime; a própria mãe do garoto Rosana Auri da Silva Cândido, e sua companheira, Kacyla Priscyla Santiago. O crime macabro ocorreu na casa onde eles moravam, em Brasília, na região de Samambaia, no dia 31 de maio.

Presas desde a data do crime, as duas ainda aguardam julgamento, mesmo um ano depois de um dos assassinatos mais brutais já registrados na capital do país. Ontem, diversos jornais de Brasília, relembraram o caso. Todos deram destaque que por conta da Pandemia de Covid-19, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), forçou adiar o julgamento das acusadas. O processo ocorre em segredo de justiça e seria levado a júri popular em março deste ano.

Rosana Auri e Kacyla Santiago estão encarceradas na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a Colmeia. Mais de 10 testemunhas do caso já foram ouvidas pela Justiça. Entre os depoimentos, está o do pai do menino Rhuan, Maycon da Silva Castro.

Segundo a imprensa do DF, a última movimentação do caso foi feita em novembro do ano passado. A Justiça negou recurso da defesa das acusadas para absolver a dupla e manteve o júri popular. Após a recusa, o advogado da dupla interpôs outro recurso em 2ª instância.

Fonte: NewsRondonia

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