Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2019 - 15:24 (Geral)

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POLÍTICA & MURUPI: E O JORNALISMO FICOU MAIS POBRE

Um dos últimos nomes a se posicionar, se indignar e soltar o verbo contra o erro.


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FRASE DO DIA:

“Morre a coragem que encorajava tanta gente.” Padre Fábio de Melo sobre Boechat

1-E o jornalismo ficou mais pobre I

66 anos de idade, uma vida dedicada ao jornalismo e nesta segunda feira um acidente ceifou a vida do Ricardo Boechat. Um dos últimos nomes a se posicionar, se indignar e soltar o verbo contra o erro.

Antes de qualquer outro jornal era o do Ricardo Boechat - que nem era dele - que me deixava antenado todos os dias. Uma perda enorme. 

2-E o jornalismo ficou mais pobre II

Mais uma notícia triste: no final de semana a Fundação Rede Amazônica de Televisão anunciou o fechamento dos cursos para as áreas de administração, informática, rádio e televisão depois de 34 anos de existência.

Inicialmente apenas Manaus, mas como o grupo está em processo de redirecionamento, é provável que Rondônia também perca nossa maior escola de formação de locução, cinegrafia, produção, apresentação, etc.

3-Reforço

O prefeito da capital deu um jeito na vida de dois candidatos que perderam a eleição. Acertou ao colocar o ex-deputado federal Luiz Cláudio na pasta da Agricultura por dois motivos: a pasta volta a ser secretaria e Luiz Cláudio é um quadro de qualidade.

É do ramo e já prestava um relevante serviço lá de Brasília. Quanto ex-deputado federal Lindomar, o tempo dirá sobre erros e acertos. É esperar torcer e acreditar na aposta.     

4-Gente que chega e gente que sai

É quase certa a chegada de Bolsonaro sexta feira em Brasília. O tratamento deu certo e Bolsonaro voltou ao velho estilo: quer que a PF diga quem foi o mandante da facada que quase o mata.

E na Venezuela é quase certa a saída de Maduro pelos fundos pois até oficiais da ativa estão se bandeando. Quando a fome chega pela porta da frente a ideologia sai de fininho pela porta do fundo.

5-Falando em Venezuela...

O governo brasileiro deu mais um passo para ajudar na solução da crise da Venezuela e reconheceu hoje a representante do autoproclamado governo interino da Venezuela, María Teresa Belandria, como embaixadora oficial do país.

O Brasil autorizou que um centro de distribuição para a ajuda humanitária seja instalado em Roraima, na fronteira entre os dois países. O acerto ocorreu depois de um encontro entre os representantes venezuelanos e o chanceler Ernesto Araújo. E assim vai o barco.

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Fonte: Leo Ladeia/NewsRondônia

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