Quarta-Feira, 05 de Março de 2014 - 12:00 (Colaboradores)

O JOVEM E A SÍNDROME, POR UIRÁ FRÓES

Pintar o cabelo de azul e os olhos de pretos, usar coturnos para demonstrar que somos de guerrilha e cintos de ferro.


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Falar sobre a geração da jovem é falar sobre desafios, sonhos, perspectivas e realizações. Alcançar e superar todos os obstáculos impostos pela a estrada da vida e alcançar o alvo, que outrora fora traçado. Tomar decisões, tirar conclusões e pensar, este é um lema ao qual saiu da rotina e do vocabulário jovial há muito tempo.

Pintar o cabelo de azul e os olhos de pretos, usar coturnos para demonstrar que somos de guerrilha e cintos de ferro. Colocar um fone no ouvido e ouvir músicas de trash metal, new metal e, do Renato Russo, é claro. Seria covardia minha se citasse a composição feita pelo maestro Chorão, quando dizia que o "Jovem não é levado a sério". Mas ninguém para gosta de parar para pensar e saber quais são os reais motivos para nós não sermos levados a sério. Esquecem que a maior rebeldia feita por um Governo que não valoriza nada e nem ninguém, é estudar para não se tornar um dependente de políticas populistas as quais o amarram no chamado VOTO DE CABRESTO.

Não espere mudança se você não for a mudança. Não espere alguém lhe amar, para você amar. Não espere ser preso, para você tentar se libertar. Não espere ser derrotado sem ao menos ter coragem para lutar!

Ser jovem é pensar, mudar, lutar, e caminhar para a edificação de um país comprometido com o seu povo. Ao qual não apenas os médicos serão "humanizados", mas também os pacientes, os enfermeiros, os técnicos, os zeladores e todos os outros trabalhadores que carregam a nação nas costas.

Lembrem-se:  Se quiser melhorar a qualidade do governo, comece melhorando a qualidade do povo. Porque é em meio a este, que aquele surge.

Ronaud Pereira

Fonte: Uirá Fróes

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