Sexta-Feira, 06 de Setembro de 2019 - 08:59 (Colaboradores)

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NOVO PROCURADOR-GERAL ARAS, POR QUE TANTA RECLAMAÇÃO NA ESCOLHA DO PRESIDENTE BOLSONARO? ELE SERÁ A DAMA NO JOGO DE XADREZ

A força da bancada ruralista foi importante na escolha de Aras, pois, o tema que envolve as questões ambientais e agrárias pesou muito para a escolha por parte do presidente.


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O procurador geral da República é a dama no jogo do xadrez. O procurador Augusto Aras foi escolhido pelo presidente num critério pessoal, sem levar só o quesito combate a corrupção como fator decisivo na escolha. A força da bancada ruralista foi importante na escolha de Aras, pois, o tema que envolve as questões ambientais e agrárias pesou muito para a escolha por parte do presidente.

Augusto Aras deu sinais que pretende trabalhar pacificamente. Convidou o terceiro da lista tríplice encaminhada pela Associação de Procuradores ao presidente para a escolha do chefe da PGR, Sr. Ailton Benedito para a gestão 2019-2021 da PGR. Haverá, óbvio, a necessidade de habilidade por parte de Aras na condução de assuntos difíceis e, no momento, delicados para a PGR. A operação Lava Jato é o tema mais complexo que Aras terá de enfrentar.

O combate à corrupção vem sendo contestado em vários momentos que o país atravessa. Quando uma empresa paga propina para ser alçada numa obra pública, ela passa a não necessitar de qualidade e de competitividade. O câncer do país está justamente aí: A demasia corrupção que assola esse país há séculos. Augusto Aras será o responsável para continuar o trabalho que vem sendo orquestrado pelos procuradores que atuam na “faxina nacional”. Raquel Dodge, tentou, caminhou, caiu, levantou; porém, acabou sendo derrotada por sua inconsistência e inflexibilidade em tomar à frente do tema combate à corrupção. Na última terça-feira (03), os procuradores da Força Tarefa da Lava Jato desligaram-se do grupo de trabalho e, caberá a Aras a missão de resgatar esse grupo, num momento crucial que o país necessita tanto continuar a prender bandidos que saqueiam os cofres públicos.

O combate à corrupção tem um resultado sempre imediato e positivo tanto na economia, quanto na democracia. Se não for feito com maestria e altivez por parte do procurador Aras, teremos uma inércia no símbolo maior desse combate que é a Operação Lava Jato. Caberá a Augusto Aras a reorganização dos grupos de trabalhos da Força Tarefa não só em Curitiba com Deltan Dallagnol, porém no Rio de Janeiro e em Brasília, onde encontra-se mais afetada a Operação Lava Jato, após o pedido de desligamento de procuradores em descontentamento a Raquel Dodge que sai de cena como a pior chefe da PGR da história da República Brasileira.

A reconstrução da Lava Jato é o único caminho para que Aras consiga o apoio da população brasileira e das instituições sérias dessa República. Infelizmente, a Operação está lenta e atacada pelas frentes político-partidárias e pelo próprio Judiciário, através de decisões de alguns ministros do STF que, a qualquer custo, tentam implodir a maior operação policial do planeta. Será uma tarefa difícil e dolorosa para o ungido da PGR. Augusto Aras assumirá os trabalhos da condução de combate a corrupção em um momento que o tumor cancerígeno do Brasil chamado impunidade tenta sobreviver. Aras terá pela frente desde o truculento Gilmar Mendes e suas indiretas e piadinhas na condução da Lava Jato até a tentativa dos parlamentares do Congresso Nacional em minar o combate a corrupção através de mecanismos imundos como tentar derrubar os vetos do presidente Bolsonaro em temas voltados a combater e enfrentar fortemente a corrupção nesses Brasis.

O procurador Aras é reconhecido por sua habilidade e estratégia durante os anos que atua no Ministério Público Federal pelos colegas, porém os procuradores estão demasiadamente chateados por não ter sido escolhido o chefe da PGR da lista encaminhada pela Associação, o que trará trabalho árduo ao chefe Aras para organizar uma frente de trabalho com esses mesmos procuradores. Terá de enfrentar o boicote provavelmente armado contra a sua escolha por parte do presidente da República.

Se você fosse Presidente escolheria o que mais se afina com você, ou não? Se a escolha é sua e está em Lei, você iria escolher o Zé Mane? Kkk HIPÓCRITAS todos saindo da caixa. Se Lula ou Dilma não fizeram isso é porque gostaram dos que estavam na Lista Tríplice, ou não? Será que até para isso foram Incompetentes?. Viva Bolsonaro então... mostrou personalidade.

Quem escolhe o PGR é o PR da República. Em todo mundo democrático é assim. Quem escolhe o PGR é quem foi eleito pra governar e não um coletivo de membros do Ministério Público que estão muito mais preocupados com seus interesses de carreira do que com os interesses do país.

Bolsonaro fez a escolha certa, amparada pelos seus assessores de que esse era realmente o melhor nome para conduzir a PGR. A imprensa ia bater de qualquer jeito, com a escolha desse ou daquele nome e sempre vai haver os contrários. Vamos em frente presidente colocar essa casa em ordem.

A fala da procuradora Gerusa é um tanto quanto reveladora: "Nunca presenciei tamanho desprestígio e desrespeito com a instituição desde 2004, ano em que ingressei no MPF." Ela parece não gostar de si, e talvez ainda não saiba disso. Se ela se escutar já será o suficiente para um bom começo.

Eu ouvi a entrevista do indicado à PGR o Sr. Augusto Aras na Bank News e o Sr. Aras, a meu ver, está preparado para o desafio que se coloca. A escolha através de lista tríplice é importante na medida em que resulta de escolhas feitas por eleição interna do MP, que pressupõe a escolha democrático do melhor nome, sem afastar eventuais distorções desse processo. A liberdade de escolha do executivo garantida pela Constituição Federal "quebra" esse processo e submete o órgão a uma reciclagem.

Não entendi o choro-choro das crianças. Até onde sei foi indicado um PROCURADOR da ativa, membro do MPF, concursado e dentro da lei, das prerrogativas do Presidente. Bolsonaro veio para quebrar o paradigma mesmo, é bom se acostumar. Agora porque não foi do jeito que as Crianças (procuradores) queriam, vão espernear? Menos MPF, não são vocês que mandam no país, como acham, vocês não foram eleitos, só precisaram ser bons uma vez, passando no concurso. Até a Lei de Abuso de Autoridade, não eram responsáveis por nenhum ato errado, igual todos os brasileiros, agora fazem de tudo para criticar o governo, Menos MPF menos. Cumpram e obedeçam a lei, aceitem a decisão sem criticar, respeitando quem manda.

É muito “mimimi". Façam o trabalho de vocês e deixem a política de lado. Procuradores políticos e militantes sempre serão um problema. É atribuição do presidente escolher, ele fez a sua escolha, então respeitem e vão trabalhar, pq de “mimimi" nos brasileiros já temos a turma do #lulalivre para chorar todos os dias nas redes sociais.

Olhem o nível dos que criticam. Não conseguem entender e aceitar que a indicação do PGR é uma prerrogativa constitucional do Presidente da República. Simples assim.

Fonte: Victoria Bacon - News Rondônia

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