Quinta-Feira, 26 de Julho de 2018 - 14:35 (Colaboradores)

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MODELO DESCOBRE QUE SUAS FOTOS NA REDE SOCIAL ERAM UTILIZADAS POR SITE DE PROSTITUIÇÃO

Segundo a vítima, ela não autorizou ninguém a usar suas fotos para este fim, e que não faz ideia de quem esteja se passando por ela, já que as mesmas fotos estão disponíveis em seu perfil pessoal nas redes sociais.


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A modelo Stefany Pereria, de 19 anos, teve uma triste surpresa ao descobrir que suas fotos das redes sociais estavam sendo utilizadas por um perfil falso em um site de prostituição local. A vítima descobriu o crime após ser alertada por um amigo que frequentava o endereço na internet.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (B.O), registrado pela vítima, o site de prostituição chamado “FatalModel” criou um perfil falso utilizando suas fotos, porém, com um nome falso e oferecia serviços de “acompanhante”.

Segundo a vítima, ela não autorizou ninguém a usar suas fotos para este fim, e que não faz ideia de quem esteja se passando por ela, já que as mesmas fotos estão disponíveis em seu perfil pessoal nas redes sociais.

A modelo ainda tentou contato com o perfil falso com um número disponível na página, para tentar descobrir quem estava usando a sua imagem. Porém não obteve resposta. Ela entrou em contato com o site que pediu desculpas pelo acontecido e removeu o perfil falso.

No site ainda existem diversos perfis que aparentemente seriam falsos utilizando imagens de redes sociais.

O Eu Ideal verificou que é simples fazer uma inscrição no site de prostituição e montar um perfil. Em apenas algum passo é possível estar inscrito no catalogo de opções do site.

Crime virtual e legislação

De acordo com o site Jusbrasil, os crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), furtos, extorsão, ameaças, violação de direitos autorais, pedofilia, estelionato, fraudes com cartão de crédito, desvio de dinheiro de contas bancárias praticados por meio da internet tem recebido condenações exemplares. Um levantamento realizado por especialistas em Direito da internet mostra que atualmente existem mais de 17 mil decisões judiciais envolvendo problemas virtuais; em 2002 eram “apenas” 400.

Fonte: Juan Pantoja - NewsRondônia

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