Sabado, 12 de Janeiro de 2019 - 10:21 (Colaboradores)

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LEITOS SOBRANDO NO HB PODERIAM ABRIGAR PACIENTES DO JOÃO PAULO, AFIRMAM MÉDICOS RESIDENTES

A reunião deste sábado, igualmente, deve contemplar a busca de uma solução plausível para a questão dos médicos residentes que, com a suposta extinção das duas unidades cirúrgicas,


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Porto Velho, RONDÔNIA – Está prevista reunião da diretiva do Hospital de Base (HB), a primeira desde que o novo secretário da Saúde, Fernando Rodrigues Máximo, foi nomeado para o cargo pelo governador Marcos Rocha.

O NEWSRONDONIA apurou, no final desta sexta-feira 11, que duas unidades cirúrgicas poderão ser extintas como prevê decisão tomada pelo então governador Confúcio Moura. Trata-se se das Clínicas Cirúrgicas 1 e 2, com capacidade para 70 leitos disponibilizados a pacientes do Pronto Socorro e Hospital João Paulo II.

- Esse é o carro-chefe de uma possível agenda estabelecida pela direção do HB e também de um de um documento que será entregue por médicos residentes, servidores e pacientes à espera de cirurgias há mais de ano, revelam fontes deste site de notícias.

As duas clínicas que, possivelmente, serão extintas a partir deste sábado, foram construídas com dinheiro do programa de compensação paga pela Usina Hidrelétrica de Jirau. Ambas complementam, ainda, os trabalhos de pacientes do pós-operatório advindos da Capital e interior do Estado.

A reunião deste sábado, igualmente, deve contemplar a busca de uma solução plausível para a questão dos médicos residentes que, com a suposta extinção das duas unidades cirúrgicas, "ficarão sem local para prestar seus serviços como vinha ocorrendo, normalmente", adiantou renomado cirurgião consultado e premiado fora do Estado depois de passar pela Residência do Hospital de Base (HB).

Por outro lado, além da extinção das Clínicas 1 e 2, o conclave patrocinado pela secretaria da Saúde deverá estabelecer, provavelmente, dia e hora à entrega imediata à Maternidade do HB um espaço com mais de 40 leitos usados anteriormente, pelo Hospital do Câncer Barretinho (Unidade Provisória que deu lugar ao Hospital do Amor).

Sobre o assunto, médicos residentes, servidores e pacientes ouvidos nesta sexta-feira pela Reportagem - na condição de anônimos - disseram que "os leitos em desuso poderiam abrigar a parte maior de pacientes amontoados nos corredores, varandas e galpões improvisados do João Paulo em meio ao período chuvoso e à mercê de intempéries imprevistas" – no que pode agravar o quadro clínico dos que esperam por cirurgias eletivas (agendadas).  

Essa medida, conforme relatos de setores acreditados na seção de Clínica Geral do Hospital de Base (HB), "certamente, vai dificultar as metas previstas no programa de cirurgias a serem realizadas e estabelecidas desde o final de 2018", afirmaram as mesmas fontes.  

Fonte: Redação

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