Segunda-Feira, 24 de Março de 2014 - 10:48 (Colaboradores)

GENERAL DENUNCIA UNASUL - por Carlos Henrique Angelo

A preocupante advertência do general Mário Márcio Von Brenner, distribuída em fevereiro pela Internet foi confirmada esta semana por fontes ligadas aos setores militares.


Imprimir página

A preocupante advertência do general Mário Márcio Von Brenner, distribuída em fevereiro pela Internet foi confirmada esta semana por fontes ligadas aos setores militares. As informações dão conta de que embora ele tenha revelado a articulação dos países que formam a Unasul –  Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela -  com vistas à realização de uma ação conjunta contra as manifestações durante a copa, o sistema não será desmobilizado. 

Sintomas do envolvimento do governo brasileiro com a estratégia de ação conjunta são identificados no declarado apoio financeiro do governo a entidades ligadas a grupos guerrilheiros disfarçados de sem terras do MCC e treinados pelas Farcs em Rondônia, Minas Gerais e no sul do país, onde é mais forte a presença do MST e seus apêndices. O modelo é o cubano adotado por Chaves e agora por Maduro na Venezuela, que Dilma Roussef aplaude, para vergonhosa avaliação do país junto à comunidade internacional. 

Outro sintoma preocupante foi o envio do subtenente músico do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, em missão internacional à Rússia, em mais uma escancarada quebra de hierarquia e afronta aos militares. Diz a revista Veja desta semana que o subtenente, marido de Ideli Salvatti, foi escalado pelo ministro Celso Amorim, esquerdista de carteirinha, para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia, o Pantsir-S1, a um custo três vezes maior do que o modelo preferido pelos militares brasileiros. O Brasil posta-se assim ao lado de Putin, que desafia a Europa e os EUA. E alia-se à Venezuela e Cuba contra os americanos. Estamos lascados. 

É claro que o governo e o PT têm na ponta da língua um mantra para explicar isso: “é invenção das elites e da direita, que nos odeia por não suportar que um operário possa ter chegado à Presidência.” E, por conta disso, o governo brasileiro pode despejar bilhões de dólares para ajudar Cuba e outros regimes ditatoriais. Pode jogar fora outros bilhões em uma refinaria em Pasadena, enquanto dá outra de mão beijada a Evo Morales, na Bolívia. Pode levar a Eletrobrás à falência (confirmada) e a Petrobrás à beira disso. E quem reclamar é demonizado como “de direita”. Durma-se.

 

Disse o general Brenner que “temos recebido informações diárias sobre a atuação deste governo a respeito de sua malfadada política externa, sobre a formação de grupos guerrilheiros em nossas fronteiras ao norte do país, sobre o planejamento de grupos espúrios para atuarem contra as nossas manifestações a partir do dia 22 de março, a aplicação de uma cartilha elaborada pela Unasul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Guiana, Suriname, Uruguai e Venezuela) a fim de transformar o exército destes países num único exército na América do Sul.

Diante de toda esta situação, informamos que o Pentágono está acompanhando com preocupação o movimento político de toda a UNASUL no qual somos o país líder. Estamos preparados para enfrentar nos próximos meses a atuação deste governo e não mediremos esforços para colocar as nossas vidas a serviço do Brasil.

No passado não medimos esforço e cumprimos com coragem as missões que recebemos para combater o comunismo que grassava a nossa pátria antes de 1.964. Hoje, a situação é bem mais grave do que foi durante a década de 70. Nesta época combatíamos as ações de guerrilhas, hoje, temos a formação dos países componentes que tem os mesmos objetivos propostos que é a instalação na América do Sul num bloco essencialmente comunista.

A partir de agora, coloco a minha vida a serviço da pátria e convoco a todos os brasileiros de bem que reflitam sobre o nosso futuro e se posicionem contra este governo, contra as pessoas que traem a nossa pátria vilmente sem medir esforços para se manterem no poder. Não temo a morte, considero-me preparado para dar a minha vida em sacrifício pelo bem dos meus filhos, neta e de todas as gerações seguintes. Não tenho e nem quero ser mártir, apenas um brasileiro descontente com a atual situação e que ama acima de tudo o nosso Brasil, a verdadeira concepção de Democracia e que está com DEUS a serviço da pátria – concluiu ele.

Fonte: Carlos Henrique Angelo/Blog do Chá

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias