Quinta-Feira, 24 de Janeiro de 2019 - 17:25 (Comercio e Industrias)

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EMPRESÁRIOS COBRAM MELHORIAS DEFINITIVAS NOS CENTROS COMERCIAIS DE PORTO VELHO

Os problemas dos centros comerciais de Porto Velho só têm aumentado nos últimos anos, o que tem gerado enorme insatisfação dos proprietários de lojas e imóveis nessas localidades


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Os problemas dos centros comerciais de Porto Velho só têm aumentado nos últimos anos, o que tem gerado enorme insatisfação dos proprietários de lojas e imóveis nessas localidades. Além de ter que vencerem a grave crise econômica que perdura por mais de 4 anos – causando fechamento de empresas, desemprego e queda na arrecadação de impostos – os micro, pequenos, médios e grandes empresários todos os dias tem que lutar contra a insegurança pública, concorrência desleal, sujeira nas ruas, avenidas e praças de Porto Velho e também os constante alagamentos ocorridos por falta de drenagem pluvial e entupimento dos bueiros. E agora, mais um ingrediente de gosto amargo para os empresários: a greve dos ônibus, que já dura cinco dias, paralisou de vez o comércio de Porto Velho.

Todo esse caos está provocando grande revolta no meio empresarial. Na tarde de ontem, 23/1, dezenas de empresários da Sete de Setembro se reuniram na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas para discutir os problemas e sugerir solução para os problemas. Grande parte sugeriu que os empresários precisam se unir e mostrar a força do segmento. Mas, o sentimento geral é de muita revolta o que pode gerar, nos próximos dias, movimentos mais radicais como interdição de avenidas, suspensão de pagamento de tributos, fechamento de lojas e desemprego em massa.

A presidente da CDL, Joana Joanora, relatou que todas as entidades que representam o setor produtivo de Rondônia estão irmanadas em defender melhorias para a população, para à cidade e os empresários. Informou que estão participando e acompanhando de perto a tramitação da lei que irá implantar o estacionamento rotativo nos centros comercias, que já visitaram várias vezes a Semusb e intimaram o secretário Wellem Prestes para que cumpra o código de posturas de Porto Velho. Joanora informou que já foram realizadas várias reuniões com a dra. Flávia Mazzini, que responde pela Promotoria de Urbanismo, e que está em curso um inquérito civil para responsabilizar os órgãos públicos que estão omissos em suas atribuições. Já está decidido que tão logo a dra. Flávia Mazzini retorne do recesso do judiciário, as entidades se reunirão novamente com ela para que seja acelerada uma decisão que obrigue o poder público a agir e resolver de uma vez por todas essas questões que estão causando a falência do comércio de Porto Velho.

Fonte: Assessoria

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