Segunda-Feira, 10 de Junho de 2019 - 15:35 (Saude)

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EM PORTO VELHO, HOSPITAL DE BASE DR ARY PINHEIRO PASSA A INTEGRAR A REDE+VOZ DE COOPERAÇÃO E CONTROLE DO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

“É uma mobilização nacional e nós abrimos as portas do nosso serviço para integrar essa rede e compartilhar experiências, ” disse o secretário ao dar boas vindas à ACBG.


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O Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro recebeu a visita de representantes da Associação Câncer, Boca e Garganta (ACBG), que atua em prol dos pacientes de tumores nessas regiões, que teve o objetivo de conhecer os profissionais e pacientes de todas as instituições especializadas no serviço de cirurgia cabeça e pescoço para elaboração de uma rede de controle social, que retrate todas as regiões do país.

As visitas são parte do projeto Rede+Voz, que tem o intuito de promover a inclusão e informação sobre o tratamento oncológico. Eles foram recebidos pelos secretários de saúde, Fernando Máximo, a adjunta, Katiane Maia, e a equipe do Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia) do HB.

“É uma mobilização nacional e nós abrimos as portas do nosso serviço para integrar essa rede e compartilhar experiências, ” disse o secretário ao dar boas vindas à ACBG.

As cirurgias de cabeça e pescoço na unidade foram implantas em 2011 e, atualmente, é composta pelos médicos especialistas, Gabrielle Gadelha, Fernando Ferraz e Cristiano Ferreira.

Para a médica Gabrielle Gadelha, a visita possibilita a inclusão desses pacientes que muitas vezes chegam em estágio avançado da doença e precisam de todo o apoio.

Representantes da ACBG são recebidos pela equipe do HB

“Os pacientes de cabeça e pescoço passam por cirurgias de grande porte, muitas vezes mutiladoras, que necessitam de um olhar diferenciado, além de tratamento cirúrgico, precisam de complementação com rádio e quimioterapia, no HB há cirurgiões capacitados para este tipo de cirurgia, e a complementação é garantido na rede conveniada. ”

De acordo com a médica, em média, cada um dos três cirurgiões atende semanalmente cerca de 8 novos pacientes com diagnóstico de câncer nas regiões de cabeça e pescoço. Um índice considerado altíssimo.

Os casos mais comuns são de câncer de tireoide, de pele, boca, de garganta, seios da face, e o índice de mortalidade é alto.

Muitas vezes chegam com estágio avançado da doença, os casos relacionados ao cigarro são mais frequentes em homens na faixa etária de 50 a 70 anos. E de tireoide em mulheres de 40 a 60 anos.

O HB oferece ao paciente oncológico um tratamento multidisciplinar, ainda mais fundamental nos casos de câncer de cabeça e pescoço. Apesar de os médicos terem um papel central e decisivo ao longo de todo o tratamento, outros profissionais são essenciais para garantir a qualidade da assistência. Equipes de enfermagem, farmácia, nutrição, fisioterapia, odontologia, entre outros, unem esforços para dar a cada paciente o melhor tratamento possível.

“Estamos visitando todos os hospitais e centros de referências das capitais e, com isso, estamos aproximando as instituições. O que vi aqui, no HB, é que há uma preocupação de toda a equipe com a reabilitação desse paciente. “Elogiou Eduardo Knole, gestor de projetos da ACBG.

Fonte: 015 - Secom - Governo de Rondônia

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