Sexta-Feira, 03 de Abril de 2020 - 15:06 (Artigos)

L
LIVRE

DEVAGAR COM O ANDOR, PRESIDENTE: A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR

O capitão parece perdido na tempestade do coronavírus. Age igual a Dom Quixote contra os moinhos.


Imprimir página

"Vivemos situação impar na história recente, a de um presidente que para sobreviver precisa desmontar o próprio governo", diz Merval Pereira.

"Para seu desespero, Bolsonaro hoje tem pelo menos três ministros indemissíveis. Aos superministros da Economia, Paulo Guedes, e da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, juntou-se nessa crise do Covid-19 o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta."

O general Eduardo Villas Bôas, em entrevista ao Estadão, disse que a Covid-19 "não é uma gripezinha".

Ele elogiou o discurso mais conciliatório que Jair Bolsonaro fez alguns dias atrás: "Esta é a linha ideal".  Sobre a perda de apoio do presidente, ele disse:

"Particularmente me preocupo com os panelaços. Pode significar perda de apoio. Isso psicologicamente é negativo (...) Está muito cedo para falar de reeleição. Mas panelaços podem demonstrar uma perda de apoio, embora estejam concentrados nos grandes centros".

Fonte: O Antagonista.

O capitão parece perdido na tempestade do coronavírus. Age igual a Dom Quixote contra os moinhos. Devia ter postura de chefe de governo defendendo a população e  não salvaguardando os seus  interesses subjacentes visando à sua reeleição.

Lamentavelmente, o capitão não gosta de ser ofuscado por seus comandados. Critica a falta de humildade de ministros, mas de humildade o capitão não tem nada ao estufar o peito e dizer que o presidente é ele.

Júlio César Cardoso

Servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

Fonte: 015 - Julio Cardoso/NewsRondonia

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias