Quarta-Feira, 06 de Março de 2019 - 12:17 (Colaboradores)

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CONSTRUÇÃO DE PONTES NA BR-425 EM RONDÔNIA DEPENDE DA ATUAÇÃO DA BANCADA EM BRASÍLIA

Na rodovia, os trechos alagados surgem como mina.


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Na rodovia, os trechos alagados surgem como mina. Neste ponto em que ficava o antigo de distrito de porto velho mutum Paraná, o descampado hoje é um imenso lago. Um mar d’água a perder de vista.

O risco de acidentes atrelado a elevação da lamina d’água pela usina hidrelétrica jirau não é descartado. A polícia Rodoviária federal (PRF/RO), inclusive alerta os motoristas para que reduzam a velocidade ao transitarem por essa zona.

“A PRF fica sempre em alerta. É preciso manter sim a atenção nestes trechos”, comental, assessor de comunicação substitudo da prf/RO, Andrei Milton.

Neste ponto, uma empresa contratada pelo Departamento Nacional de Infra -Estrutura de Transportes - Dnit desde o mês de dezembro, tenta ir contra o fenômeno da cheia do rio madeira. E elevação em quase 2 metros foi uma cobrança compensatória, exigida as duas usinas pelos Ministérios Públicos, Federal (MPF/RO) e Estadual (MP/RO). Está justamente neste local da BR-364, uma previsão nada animadora para os próximos dias.

Até a próxima sexta-feira (08) a previsão é de que o trecho da Br-364 próximo a antiga Mutum Paraná a água suba até 40 centímetros próximo do nivelamento da pista. Neste ponto a obra de elevação da rodovia vem sendo feita.

Na região oeste do estado, onde estão os municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré o problema por contas da elevação das águas do rio madeira começa piorar. No ultimo sábado, o departamento nacional de infraestrutura de transporte, DNIT havia alertado para o fechamento da pista no trecho da ponte metálica sobre o igarapé a araras que transbordou. No sábado a água já havia invadido o assoalho da ponte.

Para que o acesso não fosse encerrado por completo, o DNIT ontem aumentou em 30 centímetros a madeira que reveste o acesso da ponte.

Mesmo com o aumento do assoalho em 50 centímetros, o Dnit não descarta a interdição total da ponte do - araras. Esse prognóstico é se caso o rio madeira que tem formação das águas dos rios Beni e Mamoré, ambos na Bolívia não parem de subir.

Na rodovia federal BR-425, o risco de transbordamento não recai somente a ponte metálica do – araras, outros trechos correm o risco de serem encobertos. Mas existe uma solução. Dois projetos já aprovados pelo Dnit Nacional liberou a construção das duas pontes na BR-425, são elas: a ponte do araras e Ribeirão.

O projeto, além do recurso orçado em 20 milhões de reais espera a liberação ambiental pela secretária de estado do desenvolvimento (Sedam/RO). Outro dilema em busca da verba o Dnit lembra que seria necessário a atuação da bancada de Rondônia em Brasília.

Fonte: NewsRondônia

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