Terça-Feira, 04 de Junho de 2019 - 16:04 (Esportes)

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COM A PRÁTICA DO CICLISMO, POLICIAL CIVIL APOSENTADA MUDA ROTINA E GANHA MAIS QUALIDADE DE VIDA

O limite quem estabelece é a própria pessoa, talvez por medo de cair ou pela falta de paciência para aprender.


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Aquele velho ditado, é igual a andar de bicicleta, nunca mais esquece. E quem não sabe pedalar? Tem uma idade limite para aprender? O limite quem estabelece é a própria pessoa, talvez por medo de cair ou pela falta de paciência para aprender.

Praticar uma atividade física é um desafio e, quando se trata de ciclismo esse desafio aumenta, o esforço físico é um pouco maior, mas que compensa a cada pedalada. A policial civil Ana Maria Nunes se aposentou há dois anos e meio, mas a prática do ciclismo começou quando ainda estava na ativa.

Por exercer sua profissão em um ambiente estressante e com movimentos repetitivos, as dores nos braços, nos ombros, nas costas e problemas de insônia se tornaram constantes.  De acordo com a ciclista, com o exercício ela percebeu a musculatura sendo trabalhadas e isso contribuiu para que as dores no corpo diminuíssem.  “Como qualquer atividade física, o ciclismo me ajuda muito no sono, nunca mais tive insônia, hoje durmo muito bem”, afirma Ana.

Segundo o médico perito do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos (Iperon), Rodrigo de Melo, o ciclismo traz muitas vantagens para os praticantes, vários músculos são trabalhados pela atividade, como os músculos esqueléticos e os de movimentos. “Algo que é muito importante lembrar, é que o ciclismo também estimula o sistema cardiovascular. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o recomendável seria cerca de 30 minutos à uma hora de atividade física diariamente, de segunda a sexta feira, que seria o suficiente pra mudar a qualidade e a expectativa de vida da população em geral”.

Para pedalar é importante sempre manter uma boa postura, isso contribui para fortalecer a região lombar, a perca de peso é outro benefício da prática, sem falar o bem estar com a aparência.

“Eu não tenho dúvida de que hoje eu tenho muito mais resistência física, minha autoestima melhorou bastante, o que acaba influenciando na vida social como um todo”, acrescenta a ciclista.

“As pessoas se reúnem para a prática da atividade, isso aumenta a interação social, aumenta o convívio, diminui o estresse e diminui as tensões do dia a dia pelas relações interpessoais”, relata o médico.

Sendo um exercício que pode ser praticado por pessoas acima dos 50 anos e que provoca baixo impacto nas articulações, principalmente por não forçar articulações como os joelhos e tornozelos.

Ainda segundo o médico, a atividade também atua na sincronização da respiração e na atividade cardiovascular, ou seja, a prática da atividade faz com que a respiração e a circulação do corpo funcionem em um ritmo mais adequado, o que também é benéfico.

“O ciclismo é um eterno desafio. Quando começamos a pedalar, os percursos são menores, mais fáceis, mas com o passar do tempo, a gente necessita de trajetos mais longos, de dificuldades maiores, é uma satisfação muito grande. A alegria do cumprimento do desafio não tem preço, nos traz muita satisfação” declara Ana Maria.

Fonte: 015 - Secom - Governo de Rondônia

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