Segunda-Feira, 16 de Setembro de 2019 - 14:51 (Geral)

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‘CASTRAÇÃO QUÍMICA E TRABALHO FORÇADO É POUCO’, COMENTA ROCHA SOBRE CASO DE MENINA MORTA NA SEXTA-FEIRA

Os pais da menina e um tio estão presos por determinação da Justiça.


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Por Wanglézio Braga
da Redação do News Rondônia

O governador, Marcos Rocha (PLS), foi um dos milhares de rondonienses que manifestaram, em rede social, repúdio quanto à morte macabra de uma menina de oito meses ocorrida na sexta-feira (13) na zona leste de Porto Velho. A criança teria sido vítima de abuso sexual, mais a Certidão de Óbito informou que a morte aconteceu por asfixia mecânica direta. Os pais da menina e um tio estão presos por determinação da Justiça.

“Quero garantir a sociedade que está sendo dada atenção especial a essa ocorrência. Castração química e trabalho forçado é pouco. Penas brandas são inadmissíveis. A correção do código penal é pra ontem”, escreveu Rocha.

O governador chegou a dizer ainda que “Sempre que converso com a Ministra Damares constatamos como a infância foi completamente ABANDONADA nos antigos governos federais. Dinheiro demais para palestras e flores no Sudeste, pouco dinheiro para investigação, segurança e trabalho sério”.

O chefe do executivo citou ainda que na “Região Norte, casos absurdos com as crianças são comuns e sabemos que para isso é zero audiência! Paladinos dos direitos humanos pela internet em absoluto silêncio e inércia!”.

“Ocorrências como essa já estão sendo tratadas com atenção diferenciada. A Ministra está com equipes aqui desde o início do ano, trabalhando sério com investigação e prevenção. A SEAS e SESDEC estão alinhadas com o planejamento federal para corrigir esse histórico maldito em nossa região”, concluiu.

O delegado, Pedro Palharini Bastos, informou à imprensa que entrou com o pedido de prisão preventiva na justiça para ajudar nas investigações tendo em vista que notou inúmeras contradições entra a mãe, tio e pai da criança, relativamente a horários, quanto à dinâmica dos fatos.

A mãe da criança, uma mulher de 21 anos foi encaminhada ao presídio feminino de Porto Velho. O pai e um tio estão presos na Pandinha. Como o caso se trata de crime hediondo, o prazo da prisão temporária é de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30 dias.

Fonte: News Rondônia

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