Domingo, 25 de Junho de 2017 - 17:19 (Colaboradores)

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LIVRE

CASOS DE VERDADE Nº 170/17

or volta das duas da manhã, o ilustre visitante já com seu teor alcoólico bastante elevado, começa a denegrir a imagem da cidade, dizendo que isso aqui é o “C” do Brasil, cagando pra Bolívia, dizendo também que no máximo, aqui se criaria muito bem, era bode velho.


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Aquela cidadezinha é cheia de mistérios e por isso mesmo, sua população a ama com todo o fervor, chegando ao ponto de serem bairristas, aonde os mais exaltados e com orgulho, chegam a brigarem em defesa daquele pedaço de chão, que, para alguns, um verdadeiro paraíso como dizem por lá seus moradores. 

Certo dia chega àquela cidade um forasteiro, vindo do sul do país, a fim de comprar terras por aquelas bandas do norte e fincar moradia, onde segundo ele, criaria gado de corte. Após visitar algumas fazendas da região, aquele senhor aparentando cinquenta anos de idade, retorna a cidadezinha no final da tarde e vai à busca de diversão, onde encontra um barzinho bem movimentado.

Por volta das duas da manhã, o ilustre visitante já com seu teor alcoólico bastante elevado, começa a denegrir a imagem da cidade, dizendo que isso aqui é o “C” do Brasil, cagando pra Bolívia, dizendo também que no máximo, aqui se criaria muito bem,  era bode velho. 

Ao ouvir tais palavras daquele forasteiro, os biriteiros que o acompanhavam em sua cachaçada, não gostaram da atitude e das palavras taxadas e direcionadas aquela cidadezinha e desceram o braço naquele safado, segundo eles, quebrando dois dentes e fraturando um dedo da mão direita daquele senhor, inclusive lhe ameaçando de morte, caso o mesmo continuasse a falar mal da cidade.

Após ser socorrido ao Hospital local, o forasteiro foi até aquela delegacia de polícia registrar uma ocorrência policial de lesão corporal e ameaça, dizendo que tal registro era apenas pra segurança e que naquele momento não pretendia representar criminalmente contra ninguém, até porque, estava desistindo de fazer moradia por aquelas bandas, uma vez que o povo do local é muito bairrista. No dia seguinte e nos demais,  ninguém mais viu ou ouviu falar de  tal elemento.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

Fonte: Marival Furtado

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