Sexta-Feira, 14 de Outubro de 2016 - 16:21 (Colaboradores)

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LIVRE

CASOS DE VERDADE Nº 169/15

Certa ocasião, a dupla infernal já um tanto chapada, e de madrugada, resolveram por volta das quatro horas, se divertirem em um cabaré existente naquela cidadezinha.


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Este caso se passou lá pelos anos 70 e me parece muito engraçado, senão vejamos:

Um jovem muito arteiro como chama por aqui um moleque peralta, nunca andava em grupo, sempre em dupla com um grande amigo seu e volta e meia os dois aprontava alguma. Certa ocasião, a dupla infernal já um tanto chapada, e de madrugada, resolveram por volta das quatro horas, se divertirem em um cabaré existente naquela cidadezinha.

Ao chegarem ao ambiente, observaram que já se encontrava fechado e começaram a gritar para abrirem a porta daquele lupanar. Não demorou, apareceu a cafetina informando que não iria abrir, até porque, já tinha encerrado seus trabalhos e suas comandadas já todas cansadas e naquele momento, dormiam o sono dos justos! 

O amigo mais arteiro, pegou o caminhão em que trabalhava, funcionou o cara-chata, em conluio com seu amigo, manobrou e entrou de marcha-ré naquela casa de prostituição, onde derrubou a fachada, entrando e quebrando todas as mesas do salão e danificando por inteiro todo o bar.

Neste momento, ouviram gritos histéricos por todos os lados e prostitutas peladas descendo pela escada que dava acesso ao salão. A polícia foi acionada, porém, os dois pinguços teriam se evadido do local.

No dia seguinte, como um dos capetas era filho da autoridade policial local, falou pra seu pai do acontecido e foi orientado a pagar todo o prejuízo causado pela dupla e só assim, aquele policial esqueceria o resto, isto, após uma bela chamada de saco.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

Fonte: Marival Furtado Vieira

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