Quinta-Feira, 20 de Agosto de 2015 - 10:49 (Colaboradores)

CASOS DE VERDADE Nº 167/15

A conversa rolava solta e aquela senhora se encantando com o bom papo travado por aquele pilantra, chegando-se a esquecerem de negociarem a compra/venda da casa.


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Por Marival Furtado Vieira

Um camarada, bate palma em frente a uma residência que estava à venda em um dos bairros considerados chiques daquela mesma cidadezinha. Ao ser atendido pela dona da casa, se identifica com sendo um pretenso candidato à compra daquela residência, pedindo para olhar a casa por dentro, sendo atendido por aquela senhora simpática.

Na maior inocência, aquela comadre informa que era separadanão tinha filhos e que tem um belo emprego, que lhe permite viagens de férias duas vezes ao ano. O malandro então começou a jogar conversa fora, elogiando a casa e principalmente a dona dela. A conversa rolava solta e aquela senhora se encantando com o bom papo travado por aquele pilantra, chegando-se a esquecerem de negociarem a compra/venda da casa. Em seguida, a bacana cai nos braços daquele vagabundo, morrendo de amores durante a tarde quente e invadindo a noite toda de prazer. Depois do fato consumado, o malandro fala em juntar seus panos de bunda o que foi aceito de imediato por aquela madame.

No dia seguinte, o safado busca apenas uma mochila no hotel onde se encontrava hospedado, dizendo que estaria ali apenas por um dia para a compra da casa e não trouxe quase nada de roupa, mas que iria buscar sua mudança no outro dia. Inocentemente a senhora concorda, avisando que iria trabalhar naquele momento e que só voltaria à noite. Dizendo a ele que usasse a casa como se fosse sua. 

Não se fazendo de rogado, o pilantra faz um limpa na casa, inclusive contratando um caminhão de mudanças, onde levou também todos os móveis, eletrodomésticos, utensílios domésticos, enfim, deixando apenas algumas mudas de roupa daquela mal-amada. Sentindo-se enganada, registra o fato na delegacia local e pelo que sei até hoje, como canta o Pe. Alessandro Campos: NADA, NADA, NADA. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

Fonte: Marival Furtado Vieira

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