Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019 - 16:50 (Polícia)

14
Não recomendado para menores de 14 anos

BRINCADEIRA: MENINO É ESTUPRADO POR COLEGA AO JOGAR “VERDADE OU DESAFIO”

A criança de nove anos teria se recusado a abaixar as calças, então foi segurada e abusada por um rapaz de 18


Imprimir página

Um menino de 9 anos foi estuprado por um colega de 18 anos enquanto jogava “verdade ou desafio”, em Várzea Grande (MT). O crime aconteceu na manhã de segunda-feira (18), no bairro Parque do Lago, e foi registrado como estupro de vulnerável e ameaça.

Quem denunciou o abuso foi à mãe do menino, que soube por meio de outro colega do filho.

Conforme o boletim de ocorrência, o caso teria acontecido por volta das 9h, próximo à Escola Municipal Ernandy Baracat de Arruda, no bairro onde moram.

A vítima estaria brincando com dois amigos, além do abusador, de “verdade ou desafio”, quando o suspeito pediu que a criança abaixasse a calça. Como o menino se recusou, o adolescente pediu que um dos amigos o segurasse pelos braços. Então, consumou o estupro.

Depois a criança foi para casa e não relatou o abuso aos pais. Quem contou foi um dos amigos, que passou o primeiro nome do suspeito. Ainda segundo o BO, a mãe disse que o menino sentia fortes dores no ânus, devido ao estupro.

Depois de descobrir o crime, a mulher procurou a escola e conversou com o amigo que teria segurado seu filho. Ele confirmou o crime. A mãe, então, contou o acontecido para o diretor da escola.

Como o suspeito é um ex-aluno da unidade, o diretor chamou seus pais até a escola. Eles, porém, não compareceram.

Então, o diretor passou o endereço da família para a mãe da vítima, que acionou a polícia para acompanhá-la.

Quando os militares chegaram, quem atendeu a equipe foi à cunhada e o pai do adolescente. Os militares registraram que perguntaram sobre o rapaz, que logo apareceu no portão.

A vítima do estupro reconheceu o adolescente como o abusador. A criança ainda contou à polícia que ele o ameaçou, para que não reagisse ao abuso.

O suspeito acabou detido e levado para a delegacia, sem uso de algemas.

Fonte: Camilla Zeni / O Livre

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias