Quinta-Feira, 25 de Janeiro de 2018 - 09:43 (Colaboradores)

L
LIVRE

BANCO PARA MICROTRANSAÇÕES - PARA PROFESSORES E EMPREENDEDORES

O formigueiro trabalha em equipe.


Imprimir página

O esforço de uma jornada de trabalho é distribuído em benefícios para toda a colônia. Em frações microeconômicas que indicam o fruto do esforço para uma partilha entre iguais.

O sistema bancário brasileiro atual ainda não é capaz de perceber a economia de formigueiro. Aquelas transações em que a moeda é forte no mercado, e o papel é apenas um concentrador dos ganhos gerados pelos empreendimentos.

Assim, um site de conteúdo, por exemplo, alocado na internet passa a depender exclusivamente de atravessadores, na forma de banners publicitários para mover o seu negócio.

Os ganhos de formigueiro demoram a aparecer na conta dos clientes porque as frações do negócio inibem transações bancárias.

Então há necessidade da geração de um banco virtual para Microtransações, onde um blogueiro, por exemplo, pode fornecer um serviço de conteúdo remunerado nos moldes capitalistas, por valores de consulta que variam de R$ 0,05 a R$ 0,20 centavos. No qual o usuário comum, motivado pela apreciação do conteúdo, pode pagar tranquilamente pelo material sem se endividar, usando o microbanco em microtansações.

Não só sites de conteúdo poderiam ser beneficiados neste novo mercado que sinaliza para emergir na sociedade brasileira. Inúmeras consultorias poderiam ser organizadas a fim de que a percepção de vantagem dos usuários poderia converter em pagamentos fracionados onde os investidores ganhariam com os montantes de sua arrecadação global.

Estamos falando em novos tipos de milionários. Que ao comercializarem um produto à R$ 0,05 centavos por cliente, atingindo um público de 100.000 pagantes, conquistaria um capital de R$ 5.000,00.

Os microbancos estariam conectados ao sistema bancário tradicional, onde o vínculo de atividade de crédito poderia abastecer os usuários para o fenômeno de microtransações.

Outro produto que poderia ser comercializado são músicas e vídeos. No qual o valor de consumo seria unitário. Poderia contribuir para a venda de apostilas, livros pequenos, material artístico de baixo valor agregado, emblemas, mangas, e consultorias de dicas de consumo para fornecimento de informações coletivas ou coletivadas.

É um mercado que promete. Que leva o açúcar, na forma de bala, para dentro do formigueiro. E que distribui preservando e preparando os empreendedores para o sistema financeiro tradicional.

Fonte: 012 - Max Diniz Cruzeiro

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias