Quarta-Feira, 05 de Dezembro de 2018 - 08:52 (Colaboradores)

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LIVRE

ALPHA - POR RONDINELI GONZALEZ

Alguns dirão que a narrativa é lenta e muito enfadonha, mas quem não é tão exigente em críticas (muitas vezes meramente implicantes), poderá ver em ‘Alfa’ (2018).


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Embora uma parte da crítica tenha se debruçado em explorar clichês e um suposto excesso do diretor Albert Hughes na preferência por imagens de alto poder visual, quem assiste a este filme com o simples objetivo de ter alguma experiência de humanidade e superação poderá, facilmente, apreciar com paixão o que é ofertado por esta obra feita para toda a família.

Alguns dirão que a narrativa é lenta e muito enfadonha, mas quem não é tão exigente em críticas (muitas vezes meramente implicantes), poderá ver em ‘Alfa’ (2018) um sentimento de nostalgia que nos remete aos anos 80 com a idéia do ‘melhor amigo do homem’ - sempre muito presente em Lassie e Benji - e também vai perceber que a estória lembra muito o que vimos no premiado filme “As Aventuras de Pi” (2012), que recebeu onze indicações ao Oscar e ganhou em quatro categorias.

Dessa vez não é um jovem náufrago que divide um pequeno bote com um tigre de bengala em meio à imensidão do oceano, mas um sobrevivente de 20 mil anos atrás que poupa a vida de um lobo selvagem, se tornam amigos e sobrevivem a todo tipo de intempéries de cenários com vastas planícies, montanhas, neve e muitos inimigos vindo da Mãe Natureza.

E para aumentar as semelhanças entre as duas obras, é só deixar de lado a amizade entre homem e animal e se deliciar com imagens extremamente ricas, belas, cheias de cores e que enchem os olhos.

Assista sem esperar uma obra prima, mas com o coração aberto, pois não há nada mais indicado para esta época do ano do que libertar a alma para coisas com uma mensagem de amor, amizade e um final feliz.

Fonte: RONDINELI GONZALEZ - News Rondônia

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