Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018 - 18:09 (Colaboradores)

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ABAIXO O COMUNISMO: UM TRATADO DA COINCIDÊNCIA, INCERTEZA E INCOMPREENSÃO - Por Max Diniz Cruzeiro

Assim, alguém pode recordar da infância, onde a velha película de Stálin a vitimar milhares de indivíduos pela Rússia serve de certeza para dizer o caráter do Kremlin perante a incompreensão da humanidade.


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Os nós da consciência se comunicam gerando a coincidência, a incerteza se instala, então o indivíduo tem várias opções para firmar o pensamento. Começa de um achismo,... depois se torna uma trilha em que a pessoa nutre uma paranoia em torno do tema de convicção.

Assim, alguém pode recordar da infância, onde a velha película de Stálin a vitimar milhares de indivíduos pela Rússia serve de certeza para dizer o caráter do Kremlin perante a incompreensão da humanidade.

Esse nó que corrompe indivíduos é a extensão da corrupção que se instala na forma de equipamentos e outros objetos da elaboração humana, projeção de nós mesmos no habitat.

Então o nó físico, do chip de um computador, traz dentro de sua essência e de sua concepção a projeção de nossos maiores pesadelos.

E quando um evento se instala, o nó do computador se corrompe, a incerteza projeta dentro do pensamento humano aquilo que ele se conecta que sua alma teme se concretizar.

Logo, o site que era estável, há mais de 12 anos, e de fornecimento de informações para a sociedade passa por problemas em que seu software não mais consegue dar conta das demandas de constituição de sua finalidade de existir.

Neste instante o inconsciente diante da incerteza aflora para apontar a procedência do agressor. E a imagem do filme em que os Stalinistas vitimavam os desertores traz a certeza de que o hacker é um Russo que invadiu o sistema.

A consciência da rede se projeta dentro do perfil de seus usuários, então novas coincidências detectam leitores Russos que nada tem a ver com o acontecido. Então uma falha no sistema aponta na direção das proximidades do Kremlin como sendo o lugar de partida das agressões.

O achismo invade o engenheiro de computação que vê na cena arquivada de sua lembrança uma verdade que é inviolável, até que o cérebro passa a acusar os agressores imaginários.

No dia seguinte, novas falhas, a busca de informações do login apontam que russos estiveram visitando o site. Então o ataque só pode ter partido do sanguinário Vladimir Putin.

Cansado de tanta coisa por fazer e sem expectativas de correção do problema me desloco para a polícia, onde encontro o defeixe para que a minha paranoia se instale definitivamente.

Os nós da coincidência alternaram suposições em minha mente, ativando minhas crenças para que apontasse o agressor do meu imaginário como sendo responsável por minha desilusão, onde me deixei guiar pelas aparências de que tais crenças faziam parte de meu mundo real da minha fantasia projetiva.

As provas em que tais coincidências são capazes de gerar são tão reais que podem, pela forma de minha convicção convencer outros de que os atributos de minha história são reais.

E o colapso da segurança do sistema deixa de ser homeostático, para se fragilizar na intranquilidade do popular e a intranquilidade do Estado.

Os temores chegam até a mídia, e mais incerteza e instabilidade se conectam com minhas crenças passadas.

Maldito Josef Stálin, maldito Vladimir Putin de meu delírio que me serve como um usurpador de minha vida, pronto para a qualquer momento progredir e degenerar o meu pensamento e tomar o que tenho de mais precioso que é meu patrimônio e o meu equilíbrio.

Nós de dimensão física que acontecem de forma encadeada são difíceis de serem interpretados longe da paranoia. Porque são entes reais, de um imaginário que está com a consciência à céu aberto.

Então a minha tendência natural será sempre de escolher um vilão para processar em minha mente, um que me deixa arrasado nas minhas escolhas de vida. Mesmo que a percepção seja falha e apenas uma sombra do que a realidade realmente represente.

A mágoa passa para o outro lado que vê na difamação uma necessidade de retratamento, os laços se afrouxam e está criada a cena de um universo patológico, que é as hostilidades entre civilizações.

O engajamento das massas forma dois times que rivalizam e trocam insultos e acusações pelo simples fato de promoverem a retomada da intolerância.

O raciocínio da rivalidade se alastra, e logo ogivas nucleares estão apontando para todas as direções do conflito. Graças ao incidente fabricado à luz da ilusão, onde os atores não perceberam a hora necessária para uma retomada de consciência.

A agressão passa a ser real na forma de bloqueios econômicos, prisões e uma corrida armamentista desenfreada. Tudo por conta da perseguição inicial de uma ilusão onde o Vladimir Putin da projeção fora mencionado.

Tarde demais para refletir, ... não existe mais retórica, TERRA ARRASADA. O inimigo venceu porque conseguiu contaminar nossas mentes uns com os outros. E não nos demos conta que somos uma única espécie a compartilhar o único território disponível para nossa sobrevivência.

Tudo porque não fomos capazes de perceber a maleficiência de coincidências projetadas. Não há para onde fugir. Adeus Terra, adeus Lua, adeus Vladimir Putin, que me perdoe por estas palavras. Abaixo o Comunismo, Abaixo o Capitalismo, Abaixo o Socialismo, nada mais foi capaz de permanecer em pé.

 

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro/NewsRondonia

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