LADRÕES SURPREENDEM SEGURANÇAS DA PROTEGE E LEVAM QUATRO ARMAS DENTRO DO COMPLEXO DA MADEIRA MAMORÉ

O assunto foi decidido durante uma audiência pública, onde apenas a Prefeitura de Porto Velho, os ministérios Públicos e a Justiça Federal se pronunciassem sobre esse acordo e outras medidas futuras.
Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2017 - 18:13

Porto Velho, Rondônia – O roubo de armas pertencentes à Empresa PROTEGE, responsável pela segurança 24 horas no Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), ao que parece, pode ser atribuído a bandidos e narcotraficantes que infestam aquela área sem serem molestados pelas autoridades.

Dessa vez foram quatro revolveres roubados de calibre ainda não revelados até o fechamento desta reportagem por agentes do escritório da empreso nesta Capital. O caso, além do Boletim de Ocorrência (BO) de praxe, foi informado ao Ministério Público Estadual e Federal (MPE-MPF) pela Associação dos Ferroviários.

A PROTEGE foi contratada para fazer a segurança no Complexo durante assinatura de um acordo subscrito com a União, através da Justiça Federal, que obrigou o Consórcio Santo Antônio Energia Sustentável a pagar a segurança armada no valor de até R$ 25 mil.

O assunto foi decidido durante uma audiência pública, onde apenas a Prefeitura de Porto Velho, os ministérios Públicos e a Justiça Federal se pronunciassem sobre esse acordo e outras medidas futuras.

Para representantes classistas e ferroviários ainda vivos, ‘ficou claro que entidades que já atuam há décadas ela reativação da Estrada de Ferro não devem nunca mais opinar sobre futuro que as autoridades pretende dar à Estrada de Ferro e a outros bens móveis e imóveis do Complexo da EFMM’.

A presença de seguranças privados ainda hoje é contestada pelos ferroviários e defensores do projeto original da Madeira Mamoré, atualmente, ‘já bastante desvirtuado em sua forma e curva arquitetônica’. Contudo, eles acham que a União deve rever esse acordo e assumir, definitivamente, a segurança 24 do Complexo’.

O Vice-Presidente da Associação dos Ferroviários, o ativista cultural George Telles de Menezes, diante do episódio pede às autoridades que redobrem o policiamento na região central e especialmente, na Área da FIGURA A que vai  da Avenida Rio de Janeiro  ao Porto Graneleiro, num total de cerca de dois mil hectares ainda à espera do reconhecimento pela União Federal.

Fonte - NewsRondônia

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