EM ATO, CUT, CNTE E TRABALHADORES DENUNCIAM ESFACELAMENTO DA PREVIDÊNCIA CASO PEC 287 SEJA APROVADA

Em discursos inflamados e esfuziantes, sindicalistas, participantes e autoridades demonstraram ao público os malefícios que será a aprovação da PEC-287, exigida por Michel Temer e o Tucanato na Câmara e no Senado.
Quarta-Feira, 15 de Março de 2017 - 17:42

Porto Velho, Rondônia – Foi grande o barulho feito pela Central Única dos Trabalhadores [CUT] contra a reforma ou implosão da Previdência Social, nesta quarta-feira [15], no Largo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré [EFMM] e arredores desta Capital.

Bombardeada – sem pena e dó – por sindicalistas e servidores ainda insatisfeitos com a decisão do Governo Temer e sua base aliada no Congresso, os servidores e trabalhadores adesistas ao ato da CUT, ocuparam o prédio da Assembléia Legislativa do Estado.

Em discursos inflamados e esfuziantes, sindicalistas, participantes e autoridades demonstraram ao público os malefícios que será a aprovação da PEC-287, exigida por Michel Temer e o Tucanato na Câmara e no Senado.

Segundo eles, ‘sabemos que o Governo avança no Congresso por isso’. Mas, nós, servidores e trabalhadores, devemos insistir pela retirada do projeto da  pauta ’, aduziram os líderes da manifestação.

Os manifestantes, após o ato na Estrada de Ferro, tomaram todas as principais ruas e avenidas do Centro da Capital, fechando a manifestação com a ocupação da ALE-RO à procura dos deputados em seus gabinetes, a fim de impedirem ‘mais um golpe a ser desferido pelo Governo Temer contra os trabalhadores, caso a PEC 287 seja aprovada no Congresso.

A paralisação contra a aprovação da PEC 287 ocorreu, simultaneamente, em todo o País. E promete ser desdobrada em movimentos semelhantes em cidades do interior e das Capitais. Em Porto Velho, segundo a central de atendimento aos trabalhadores no SINTERO, ‘a orientação é elo avanço das manifestações sobre o Parlamento e órgãos de controle’.

OUTRAS INFORMAÇÕES – A proposta de Emenda Constitucional nº 287, conhecida ‘Reforma da Previdência’, do Governo Temer e incondicionalmente por Aécio Neves [PSDB], na Câmara e no Senado. Ocorre que, apesar da embalada maioria de aliados, ‘o que surpreende a sociedade é que em condições políticas normais, ‘seria discutida em audiências públicas por todo o país’, em face das mudanças que são propostas sem consulta popular.

- Isso não aconteceu, afirma o vereador Lúcio Rojas, do Partido Democrático Trabalhista [PDT], de Candeias do Jamari, alcançado na manifestação por este site de noticias ainda na Avenida 7 de Setembro.

Outros parlamentares mais a esquerda da Central Única dos Trabalhadores [CUT] ouvidos se disseram inconformados. Segundo eles, ‘à medida que a aprovação vai se tornando uma possibilidade cada vez maior, evidencia o interesse tresloucado do Presidente e sua base aliada em esfacelar de vez a Previdência’.

- E logo a seguir, o Ministério do Trabalho e Emprego [MT-E], previram.

XICO NERY

Fonte - NewsRondônia

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