ADMIRA플O - Por Max Diniz Cruzeiro

Admira豫o o ato de eleva豫o sensorial emocional de alta autoestima que uma pessoa adota outra como um referencial pela observa豫o de atributos que so reconhecidos e apreciados pelo indivduo observador.
Tera-Feira, 07 de Maro de 2017 - 09:06

Admirar é elevar, num nível de exaltação, feitos, características, atributos, valores que um observador é capaz de identificar em outra pessoa.

Este conceito difere de superioridade no sentido que a admiração não depende de observação hierárquica entre objetos, e sim a constatação e a presença dos entes observados como presentes no indivíduo, e por este motivo ele é admirado.

A admiração está associada com autoestima, porque ela ancora projetivamente atributos que são incorporados em terceiros, que sustentam uma significação, na gestação de um estilo que é observado como modelo interacional, que pode estar contido em si mesmo, ou na visualização externa, no outro.

Além dos entes estarem presentes num modelo de admiração, o observador deve ter uma alta autoestima que signifique (no sentido de atribuir significado a si mesmo) um conteúdo que seja relevante para si próprio.

A significação em escala de importância é obtida através de um reforço neural despertado por energias emocionais que transferem os conteúdos excitados para nós que sustentam os engramas que abastecem as relações que tecem o conceito.

Também outro conceito de relativa influência, o destaque, pode ser ancorado dentro da métrica do saber que dá sustentação a admiração.

A admiração amplia a capacidade associativa de um indivíduo com o referente. Melhora suas relações de comunicação e reforça estímulos de empatia na atribuição de um bem que se deseja conquistar e aproximar.

Ela abre portas para a comunhão de propósitos, e reforça os laços de amizade entre pessoas.

É geradora de concordância e sintonia de propósito, e para continuar aderente basta apenas que os conectivos homônimos ainda continuem ativos na percepção do referente.

Um evento associativo as ideias surgem de uma apropriação em que as conexões transversais passam a indexar sobre os aspectos de predileção do indivíduo onde estão ancoradas sua admiração.

As feições corporais, principalmente da face, estão profundamente interligadas ao despertar deste elemento cognitivo. Provocam uma sensação de profundo relaxamento, em que níveis de estabilidade emocional são sentidos a partir dos movimentos de reações parassimpáticas. Esse “frescor” indutivo, fornece uma válvula de escape que indica concordância, num impulso que estabelece quantitativos de prazer, e ao mesmo tempo, um elo projetivo que afasta o indivíduo da sensação de perigo.

A expressão é uma forma de comunicação que intensifica aspectos de doçura na ocorrência do despertar deste conceito. Ela é um componente auxiliar do traço que codifica o despertar, através da impressão fácil, contido na pele do referente, que permite como um código acessar dentro de si, os atributos que se criou a partir da experiência de vida com os objetos que se supõe possuir o indivíduo observado e recebedor da admiração.

Quando a base da subjetivação é quebrada, e os componentes idealizados que formam o laço relacional não estão mais contidos dentro do modelo de interação, então a métrica valorativa que institui o apreço do indivíduo que sofre o processo de admiração é deslocada para se instanciar a partir de outro nível, um patamar que passa a endossar melhor as tratativas e as expectativas existentes de correspondência sensorial ou projetiva.

A construção da admiração parte de um ponto de equilíbrio e quando necessário possa vir a surtir o efeito de ser agente motivacional capaz de conduzir um indivíduo para um esquema de atração, em que se objetiva a si, atribuir os aspectos e atributos observados no outro que era admirado, de forma que uma relação de iguais possa ser traçada a fim de estabelecer uma necessidade de ser o próprio referente em igual conteúdo de integridade.

Porém, o descrito no parágrafo anterior, não é uma condição determinante, uma vez que o movimento partirá de uma necessidade pessoal, que irá interferir sobre o comportamento, ao qual sendo o objeto de um indivíduo poderá ser deslocado para suprir esse desejo, como uma falta, uma carência ou uma angústia, ou nada significar, pois não faz parte dos objetivos que e predispõe um indivíduo seguir uma conduta de conhecimento.

O admirar se conecta com o belo, aquilo que desperta um sabor ímpar (umami) capaz de gerar satisfação e realização mesmo que projetivamente, e vir a ser um elemento importante dentro dos estímulos que conduzem a estabilidade emocional de um indivíduo.

Admirar é um realce que se promove do observador, e não no referente, no qual se constrói uma relação de codependência que coaduna com princípios de permuta de necessidades, desejos, libido e estruturas que abrem portas para a sensação de prazer.

Quando o realce no observador é uma ilusão que se projetou para abastecer uma falta, a relação com o referente é um deslocamento da realidade, e a relação fabricada passa beirar uma fantasia que surge da necessidade de suplência do que não está incorporado ou integrado. Dentro do rol das funções biológicas o sistema respiratório pode ser ativado por trações pulmonares semelhante ao apaixonamento em que a sustentação emocional se vincula com movimento pulsionares que geram a energia propulsora para ativação da admiração.

Fonte - 010 - Max Diniz Cruzeiro

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