POLÍCIA PARA QUEM PRECISA DE POLÍCIA

Esse é o título de uma canção (de meu conhecimento) dos Titãs, uma banda de rock nacional.
Sexta-Feira, 10 de Fevereiro de 2017 - 10:20

Esse é o título de uma canção (de meu conhecimento) dos Titãs, uma banda de rock nacional.

Nestas últimas semanas acompanhamos a “onda” de violência que está em Vitória, capital do Espírito Santo. Devido a greve dos policiais militares. E possivelmente da polícia civil. Ou seja, a cidade está entregue ao crime de toda parte e de todo tipo.

Há dias, Espírito Santos está em estado de calamidade pela falta de policiamento, e pelas conseqüências da greve policial.

Nessa “onda” de violência e crimes, não só cometem o crime os “bandidos”, mas também as tais “pessoas de bem”. Pois que, aproveitam-se da ocasião. Com isso, as “pessoas de bem” reforçam o pensamento que e em muitos existe, que: “o brasileiro, parece ter no ‘sangue’ a disposição ao crime”, pois que não possui moral, não possui ética, não possui nada! Além de tendências corruptas, criminosas.

Junto a isso, existem movimentos uns de cunho político e outros não que influenciam grandes “massas” e uma boa parte da sociedade considerada “artística”, “culta” de que o Brasil não precisa de armas, de que o Brasil não precisa de policiamento e quando há o policiamento, este, é opressor, é cruel, é abusivo, é tudo de ruim.

Afinal, o que a população quer ou espera da polícia?

O que você quer ou espera da polícia?

Bem, o “inimigo” o “criminoso” este todos sabem o que espera da polícia. Mas, o tal “cidadão de bem” o que este espera ou quer da polícia?

Como deve ser a polícia? - Meiga, amável, gentil, tolerante, amiga,... Assim?

Para um policial, qualquer pessoa pode ser um possível transgressor (e será, se a ocasião permitir) por incrível que pareça. Quer um exemplo, “Vitória/ES”.

A polícia tem que existir, e tem que ser repressora tenaz ao crime, sempre. A polícia tem que ser a polícia.

Mas, o brasileiro pode ajudar a polícia? Sim. Pode. Como? Não agindo contrário à lei. E isso, mesmo nos lugares onde não se encontra a polícia, o “cidadão de bem” deve agir de acordo com a lei. – Ah, mas a lei é injusta. É opressora, a lei é “ruim”. – Bem, então se você não concorda com a lei vigente, o correto é sair nas ruas “quebrando” tudo, “matando”, “roubando”, “sonegando”? Não, não é o correto. Tornar a bagunça, mais bagunçada ainda, não faz sentido.

Polícia tem que ser forte, bem aparelhada, bem remunerada e principalmente “respeitada”.

E “brasileiro”! Sabe respeitar alguma coisa?

Fonte - 010 - rondinelivarela.jusbrasil

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