POR QUE O GOVERNO TEMER NÃO DECOLA?

Afirmar que o Governo do presidente Michel Temer é ilegítimo é o mesmo que afirmar que a Constituição de 1988 não tem mais validade.
Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017 - 07:44

O Governo do presidente Michel Temer é legitimo, de acordo com a Constituição de 1988, Artigo 79. Substituirá o Presidente, no caso de impedimento, e suceder-lhe-á, no de vaga, o Vice-Presidente.

Afirmar que o Governo do presidente Michel Temer é ilegítimo é o mesmo que afirmar que a Constituição de 1988 não tem mais validade e é, portanto, mais uma invenção-balela e uma grande mentira criada por partidários do Partido dos Trabalhadores (PT), que dentre suas profissões se especializaram em mentir e em se locupletar com os recursos do erário público.

O Governo do presidente Michel Temer nasceu de uma cópula  incestuosa entre o filho do bem (o voto popular) com a filha do mal (a distribuição de alimento, em troca de votos) que elegeu para presidente da República Dilma Rousseff, uma ex-guerrilheira e militante política, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), sem habilidade política, sem qualificação suficiente para governar um país com as dimensões e a complexidade do Brasil.

Com a eleição de Dilma Rousseff e Michel Temer, nas eleições 2010 e 2014, o Partido dos Trabalhadoresse encarregou em montar a sua base aliada e toda política econômica de Governo direcionada, estrategicamente, seguindoos passos de um planejamento estratégico, de cunho comunista, assistencialista e paternalista, seguido a política comunista arquitetada e adotada pelo sistema de governo dos irmãos Fidel Castro e Raul Castro, de Cuba,que leva, inexoravelmente, qualquer nação com potencial à banca rota, uma vez que estimula à acomodação de parte do efetivo da mão-de-obra ativa, em um contingente de preguiçosos, através do protecionismo social.

Esta política assistencialista e paternalista com farta distribuição de alimento e de uma cesta de outros benefícios, com formação de currais eleitorais, quando o voto se tornara quase que obrigatório, na ótica de quem distribuía, e na coerência do eleitor humilde que se tornara um beneficiário e vítima da cesta-miséria, uma espécie de escambo na moeda da compra de votos, (como ficou conhecido este benefício social) que se encarregou em contribuir para quebrar literalmente o Brasil e justificar, juridicamente, através das pedaladas fiscais, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, por aquisição e pagamento de centenas de carretas de gêneros alimentícios, sem dotações orçamentárias.

Se não tivesse ocorrido o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, através da via legítima do Processo de Impeachment, que os petistas entenderam por bem chamar de golpe, com a participação dos Poderes constituídos, com ampla defesa e transparência, sendo todo o Processo de Impeachment acompanhado e presididopelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo  Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado Federal), de acordo com a Carta Magna, promulgada em 1988.

Caso não tivesse ocorrido o impeachment, com o afastamento definitivo da então presidente Dilma Rousseff, não tenha nenhuma dúvida,de que o Brasil estaria a um passo de se transformar em uma republiqueta de bananas -- e ocorrer o mesmo que está ocorrendo com a Venezuela, que seguiu os passos do governo de Cuba, quando a população está desabastecida e sua maioria está fugindo para os países vizinhos, com preferência para o Brasil -- ou cumprir o destino e seguir o seu ideal, de acordo com as inspirações e participação do Compositor e Cantor Chico Buarque de Holanda, um dos ferrenhos defensores do Governo corrupto de Dilma Rousseff e um dos principais beneficiários de milhões de recursos financeiros provenientes da Lei Rouanet, quando afirmou no final de sua música bastante antiga, sob o título de Fado Tropical:

Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:

Ainda vai tornar-se um império colonial!

Aí, esta terra ainda vai cumprir seu ideal!

Ainda vai tornar-se um império colonial!

1. A GULA: Desejo insaciável pelo poder – Formou um quadro de Ministros compretensões ao Palácio do Planalto;

2. A AVAREZA: Desejo incontrolável pelo material e pelo dinheiro: Formou um quadro de Ministros com citações na Lava Jato, com acusações em terem se beneficiado com recursos financeiros da PETROBRAS e com o CAIXA 2, e outros envolvidos em páginas policiais, tendo sofrido desde a sua posse seis (6) quedas e substituições de Ministros, causando ao Planalto um grande desconforto e um grave desgaste político;

3. A LUXÚRIA: Obsessão Passional pelo prazer material: Parte de seu quadro de Ministros está sendo denunciado por ter recebido propina da PETROBRAS e de recursos através de CAIXA 2;

4. A IRA: Descontrolado sentimento da raiva e da vingança: Todo desprezo que o então Vice-Presidente Michel Temer foi vítima nas mãos de Dilma Rousseff ele foi agoraa desforra, após assumir a Presidência da República;

5. A INVEJA: Obsessão e sentimento exagerado de status: a maioria dos Ministros que compõem o primeiro escalão do Governo Temer comete este pecado capital e por istonada acontece, a economia continua estagnada e a popularidade do Governo Temer cresce como rabo de cavalo: cresce para baixo;

6. A PREGUIÇA: Excesso de morosidade: onde ocorre a morosidade, nada acontece e tudo fica para a próxima administração;

7. ORGULHO: Orgulho excessivo. Tudo que ocorre no mundo da vaidade ofusca um povo e inibe uma administração. Com o orgulho presente e muita vaidade nada acontece abaixo da linha do equador e, portanto, os resultados do Governo Temer somente aparecerão no próximo Governo.

Antônio de Almeida Sobrinho é Engenheiro de Pesca, Analista Ambiental, Especialista pela FAO em Tecnologia do Pescado e Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente e escreve semanalmente nos seguintes Portais de Notícias:

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Fonte - Antônio de Almeida Sobrinho

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