CADA VEZ MAIS NORTE-AMERICANOS INCLUEM ANIMAIS DOMÉSTICOS EM TESTAMENTOS

A manobra já era comum no mundo dos milionários, mas agora até mesmo pessoas de classe média dos Estados Unidos criam trusts para assegurar que os animais continuem sendo bem cuidados mesmo após a morte de seus tutores.
Segunda-Feira, 09 de Janeiro de 2017 - 17:15

É cada vez maior o número de norte-americanos que estão incluindo seus animais domésticos em testamentos. A manobra já era comum no mundo dos milionários, mas agora até mesmo pessoas de classe média dos Estados Unidos criam trusts para assegurar que os animais continuem sendo bem cuidados mesmo após a morte de seus tutores.

De acordo com as leis do país, os animais domésticos daqueles que morrem e não deixam herdeiros passam a pertencer ao estado americano, que os transfere para abrigos. É possível, no entanto, garantir em testamento que eles recebam valores suficientes para cobrir todos os gastos que geram até que se encontre um novo tutor. O site americano LegalZoom, que elabora documentos oficiais, já tem um serviço exclusivo para isso.

Uma das histórias mais famosas a respeito desse tema é a da socialite Leone Helmsley, que morreu em 2007 e deixou a quantia de US$ 12 milhões (R$ 38,6 milhões) para sua inseparável maltês Trouble. A soma acabou sendo diminuída para US$ 2 milhões (R$ 6,4 milhões) em 2008, mas a cachorrinha não teve muito tempo para desfrutar do dinheiro, já que ela morreu em 2011.

Fonte - 010 - anda.jor.br

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