AGENTES ALERTAM AUTORIDADES DE UMA POSSÍVEL CHACINA NO URSO BRANCO

Depois da carnificina de Manaus onde foram mortos 56 presos no complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) que terminou com 56 morte, e também em Roraima onde morreram 33 presos na penitenciária agrícola de Monte Cristo.
Segunda-Feira, 09 de Janeiro de 2017 - 14:42

Depois da carnificina de Manaus onde foram mortos 56 presos no complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) que terminou com 56 morte, e também em Roraima onde morreram 33 presos na penitenciária agrícola de Monte Cristo.

Os olhos das autoridades estão voltados para o sistema prisional de todo o Brasil, onde o presidente Michel temer juntamente com secretários de segurança já vem traçando planos de segurança para ao menos tentar inibir tais atos, a imprensa nacional e internacional tem mostrado o caos que se instalou no sistema penitenciário brasileiro.

Rondônia foi palco desse massacre em 2002 na penitenciária José Mário Alves da Silva (urso branco), onde foram mortos 27 presos, o Estado de Rondônia juntamente com o Brasil fizeram um pacto por melhorias com a corte interamericana de direitos humanos, onde se comprometeram em cumprir, dentre elas estão condições mais dignas para os presos, incluindo materiais de trabalho e aumento de efetivo de servidores, dentre outras.

Agentes associados a AASSPEN-RO (associação dos agentes penitenciários de Rondônia), alertam de um possível massacre no presídio urso branco, Rondônia pode ser o próximo a entrar nas estáticas de carnificinas, eles fizeram um alerta e pedem providências das autoridades, para que sejam transferidos presos identificados, foi revelado para os servidores por alguns apenados, que existe um plano de rebelião, e que está prestes a acontecer, eles alertam que algo grave pode ocorrer, ou seja, uma tragédia anunciada.

Os supostos novos lideres considerados pelos demais apenados é do “comando vermelho”, também foi dito, que grupos de dentro do presídio, não aceitariam homossexuais no urso branco, com medo de morrer, os homossexuais começaram a pedir “seguro”, uma espécie de cela onde supostamente estariam mais seguros.

Diante desses relatos colhidos pelos servidores, juntando-se aos problemas da falta de efetivo para um grande número de presos, os agentes penitenciários relataram em livro da unidade pedindo providências urgentes das autoridades, para evitar um possível massacre dentro do presídio urso branco.

Fonte - 010 - rondoniaemqap

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