CONHECIMENTO REVELADOR [SÉRIE – CDXVIII] – Por Max Diniz Cruzeiro

O Conhecimento Revelador é aquele que traz um conteúdo projetivo despertado do inconsciente humano como a transmissão de uma descoberta, como se a coisa jamais tivesse sido encaminhada anteriormente para o consciente humano.
Quinta-Feira, 22 de Dezembro de 2016 - 08:16

O Conhecimento Revelador é aquele que traz um conteúdo projetivo despertado do inconsciente humano como a transmissão de uma descoberta, como se a coisa jamais tivesse sido encaminhada anteriormente para o consciente humano.

Os conteúdos reveladores podem ser visualizados por insauts no continente cinético, em que uma alteração perceptiva consiga abastecer o intelecto consciente, com um conteúdo que antes era utilizado pelos neurônios percentuais como instrumentação para a imersão do pensamento.

É como se o inconsciente racional, aquele que está em fase de transposição tivesse acesso ao consciente, em que este inconsciente ficasse a descoberto, mas que sua ativação consciente é uma alocação estruturada capaz de fazer que a mensagem ativada seja inteiramente compreendida.

Assim a revelação se projeta como uma solução para a coisa revelada. Em que o indivíduo tem contato mais íntimo com o que é essencial dos seus processos somáticos.

Compreendido como um despertar, em que a luz propiciou uma deformação do raciocínio que permite ao indivíduo satisfazer algo que sua retenção ainda não tenha o desdobramento consciente para apreender como estrutura consciente racional.

Do ponto de vista da manipulação de arquétipos, é uma identificação primária com um objeto externo fixado internamente, que é nomeado que se encontra em um instanciamento mnêmico. No qual este arquétipo é um ente motivacional para que o indivíduo projetivamente desencadeie sobre si mesmo, a mesma lógica de afetação que se supõe o indivíduo referente ter adotado como modelo de vida para a resolução do seu conflito momentâneo, e que a situação de conflito é, ou aparenta ser uma réplica do que está catalogado na mente deste indivíduo, em que o uso da informação se mostra confiável a fim da reprodução comparada de seus efeitos sobre o indivíduo indexador.

Assim, se alguém bate em sua face, sendo um cristão você dará a outra de acordo com o seu nível de identificação com seu arquétipo, em que a informação cultural do tipo de resposta que você deverá fornecer externamente irá te controlar para que o superego ative conteúdos de reavivamento no qual o aspecto doutrinador deste órgão será centrado na bíblia como referência.

A interpretação que cada um promove a si dependerá no nível de identificação de cada indivíduo em correspondência com seu Mestre, observado como guia espiritual ou científico, no qual pode ser concebido para termos de padronização como sendo um arquétipo.

Isto determinará o grau de envolvimento e identificação de um indivíduo com o suporte de conhecimento que ele se propõe a ser orientado para que a gestão de sua psique tenha uma metodologia a ser aplicada.

Então a revelação como estrutura de conhecimento e linguagem partirá de um princípio de identificação com seu arquétipo, onde a linguagem adotada para ser exercida irá variar de pessoa para pessoa conforme forem os ensinamentos que este arquétipo (elemento de referência), por a interpretação do indivíduo seguir como conteúdo sugerido como forma de ação e reflexão do comportamento.

A divergência de opiniões entre pessoas quanto a este aspecto se refere há uma falha no processo de comunicação, em que a não compreensão da construção dos diversos conectivos ligados à lógica e a estrutura da linguagem não reconhecerem como legítimos a comunicação exercida através da influência do arquétipo utilizado por um indivíduo, que não consegue transpor e decodificar o que está sendo nomeado num processo simples de retórica.

Para uns a revelação é uma dádiva, para outros é a apropriação das estruturas mnêmicas de forma a gestar uma estrutura eficiente de respostas a questionamentos ambientais.

A forma de interpretação que cada um escolhe é o modo de funcionamento psíquico que o indivíduo melhor se ajusta para manter a sua homeostase cerebral. Compreender que somos diferentes é fundamental para que princípios de integração possam garantir a convivência pacífica e harmoniosa entre os seres.

A imposição de minha interpretação sobre o olhar crítico de outro, se o outro não tem estrutura codificante para suportar a pressão que novas informações possam afetar o seu equilíbrio gera o avanço sobre o livre arbítrio, e não trará felicidade para o ser que não está preparado para outro tipo de gestão do pensamento.

Então a introdução de revelações seja em quaisquer linguagens irá evidenciar aquele fator de descoberta que trará aos indivíduos condições dele restritivamente se permitir a evoluir garantindo o seu controle dinâmico cerebral, ou se permitindo passar por pequenas variações de perturbações que com o seu amadurecimento e novas revelações seja permissível a construções de saídas para este indivíduo.

Quando o indivíduo não é capaz de suportar uma descoberta geralmente ela escapa projetivamente através dos sonhos, em que um contexto onírico abastece uma desconfiança projetiva sobre o sujeito, ao qual possa fazer com que ele trabalhe com o conteúdo evidenciando aqueles conceitos que devem ser trabalhados.

Este é um caminho percebido como um acesso a luz porque foca em uma desobstrução de energia interna, no qual o acesso mnêmico é liberado para que o indivíduo possa conhecer como a relação de suas construções o afetam, no sentido de percepção ou visualização das regras que dão base ao pensamento, que por revelação se tornam claras, lúcidas e objetivas, sem fazer com que o indivíduo continue num sonho, uma reverie, que nunca se acaba. A luz percebida como carga é despertada pela revelação para encontrar-se com a essência de si mesmo.

Fonte - 010 - Max Diniz Cruzeiro

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