HISTÓRIA DA EXCITAÇÃO CEREBRAL: O KARMA COLETIVO - Por Max Diniz Cruzeiro

Quando um indivíduo nasce é migrado para o biológico a essência/alma pura do indivíduo que se acopla ao espírito. Essa alma é indestrutível e fora forjada junto com a criação do próprio universo.
Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2016 - 08:49

Quando um indivíduo nasce é migrado para o biológico a essência/alma pura do indivíduo que se acopla ao espírito. Essa alma é indestrutível e fora forjada junto com a criação do próprio universo. O espírito é a parte densa-encapsular que faz a ponte entre a energia pura (alma) e o represamento biológico. O intercâmbio entre alma e biológico se dá através do paraespírito que ao pulsar se desloca para fora e para dentro a constituir o Hórus do indivíduo.

São tecnologias divinas que se somam para dar sustentação ao ser-indivíduo. Quando o soma está livre se incorpora a um princípio universal onisciente, como se o indivíduo não existisse e o Ser fosse o próprio canal que se conecta com o todo.

Então sob este ponto de vista pode-se intuir que a alma pura / energia pura do ser passa a habitar o corpo recém-chegado. Onde ela passa a receber, através de seus tutores (pais) as primeiras lições culturais como aprendizado para aprender a trabalhar com seu corpo como instrumentação de um projeto de vida.

Assim, o Karma incipiente é gerado, que constitui elo que liga a criança ao mundo através dos ensinamentos que são migrados através dos pais. Este vínculo que se forma em termos projetivos, com o tempo passa para a esfera da subjetividade quando o Ser já é capaz de reconhecer as estruturas de aprendizado que foram herdadas a partir de seus tutores.

O Ser por si só tem dimensão divina, não importa sua origem dentro deste universo. Porém a sabedoria do Ser, que é essencialmente divina, somente migra para a sua constituição como indivíduo, quando o aspecto observado de aprendizado é despertado através da experimentação que permita migrar dados acessórios para a solidez do desenvolvimento e evolução.

Então é passado uma “falsa noção” que o ser puro é ignóbil. Mas na realidade ele somente utiliza a tecnologia divina dentro dos princípios que foram despertados de acordo com sua necessidade.

Pode se pensar então em um armazenamento no próprio canal de informações relativas ao Ser para que ele possa gestar sua experimentação como indivíduo toda vez que tiver existência física no universo habitado.

A migração desta informação que possui princípios de rede universal é desencadeada de acordo com a necessidade de evolução ou involução de um indivíduo.

Os dados assessórios incorporados pelos indivíduos no canal universal através de sua experimentação física servem para a continuidade e aprimoramento do próprio universo, uma vez que as unidades carbonos são cópias-clones do próprio universo constituído. E as descobertas individuais se somam na incorporação de aprendizado em todo o universo.

O represamento na forma de indivíduo, da constituição do Ser, é uma forma de intelecção que permite ao Ser percorrer o canal e se deixar afetar sob a linha de raciocínio que permitirá capitular um conhecimento, caso venha a ficar estacionário dentro do ensinamento (estático).

Alguns seres se especializam em comutar informações em via ascendentes, outros em via descendentes. Ambas as informações são modelos úteis necessários para acoplar informações dentro desse imenso computador quântico conhecido como Deus.

Quando um conhecimento é plenamente capitulado, e a compreensão retornou para Deus, então as formas individuais passam a não serem mais ativadas dentro do conteúdo que já se tornou universal. Então o Ser retorna e parte para outra representação em que sua função utilidade será deslocada para outro tipo de interação personalista.

Por outro lado quando a linha de raciocínio migrada de Deus estabelece uma razão de desordem do próprio universo, o comutador quântico do universo age para banir os indivíduos que represaram a sua própria estrutura de aniquilação.

O Karma se constrói no berço de toda cultura. É uma forma de represamento no qual justificativas para o vínculo são geradas, por meio da percepção de trocas, por meio da necessidade de reparos, e, por meio da necessidade de interação para o alcance de objetivos.

A regra geral do Karma é obter diante da cultura os regramentos que permitam ao comutador quântico dar continuidade ao universo.

Os regramentos são trilhados dentro da psique dos indivíduos e uma vez codificados são transferidos via onda de rádios para o comutador central quântico que fica no centro do universo, através de estações repetidoras de sinais localizadas em diversas partes dentro do próprio universo conhecido.

Tudo que fere ao Karma é atribuído penalidades. As penalidades são vistas como repetições da estrutura reativa a fim de que sua incorporação possa melhor ser identificada e estudada pelo comutador quântico do universo.

Quando a estrutura Kármica é desintegrante, que está representada em uma pessoa, o comutador quântico universal parte para a própria desintegração psíquica do elemento no indivíduo, mesmo que isto signifique a renúncia de sua existência como indivíduo, ou condicionamento dentro do memorium que permita ao indivíduo se recompor Karmicamente, visualizado numa tentativa de desapego do elemento na forma de dor, privação e afetações.

Então o mecanismo colabora para ampliar a zona de assimilação racional da apropriação de um raciocínio, ao passo que age também para reprimir o indivíduo quando este se torna potencialmente destrutivo do ponto de vista unitário, a fim de que o aprendizado não seja repercutido para outros indivíduos e o ensinamento não venha a ser universalizado, para que o fator de desintegração do universo não seja orquestrado.

Basicamente o comutador quântico universal (Deus) se preocupa com três fatores: a integridade do Ser, a integridade dos indivíduos, e, a integridade do ambiente.

A preservação da característica de eternidade dos Seres é a primeira prioridade, em segundo a integridade dos indivíduos, e em terceiro grau de preocupação está na preservação do ambiente. Hierarquicamente as leis são condicionadas dentro desta ordem de afetação.

O Karma visto como elemento interativo é organizado de forma que os indivíduos passam a depender uns dos outros por relação Kármica. Desta forma o comutador quântico universal pode trabalhar para organizar os papéis que serão distribuídos ao agrupamento a fim de que a cultura possa contribuir dentro do seu nível instrumental para o estabelecimento de uma identidade física que possa ser migrada como valor para o comutador central.

Quando um agrupamento cumpre a sua missão Kármica positivamente, ele recebe valor monetário na forma de Darma, que são novas instrumentações, novos raciocínios, novos valores e métricas que permitirão incorporar fatores de evolução e progresso para o agrupamento.

Sob este princípio, o Karma é um projeto laboral que possui uma reserva de valor, onde o pagamento é efetuado apenas quando o objetivo segue um fluxo que se propõe a organizar o universo.

Do ponto de vista do vínculo, o Karma é a incorporação de um compromisso com outros indivíduos que pode ser trabalhado na esfera da gratidão ou reparação. Isto possibilita criar uma “liga” em que os Seres passarão por várias gerações dentro de um convívio em contínua construção, como se fosse uma questão de parenteamento. Porém onde existe um contínuo do entrelaçamento dos Seres, mas não do indivíduo. Porque a função utilidade de um indivíduo se restringe a uma única existência.

Mas o que de fato migramos para Deus como produto de nosso esforço Kármico? Bloco de instruções na forma de energia estruturada em uma fornalha biológica, quanticamente, que possa servir como modelo estrutural que maximize o contínuo do universo.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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