APADRINHANDO UMA HISTÓRIA COMPLETA 2 ANOS DE PROJETO COM COMEMORAÇÃO

As crianças que estão nos abrigos de Porto Velho tiveram uma tarde de recreação no lar do bebê
Terça-Feira, 25 de Outubro de 2016 - 11:39

Anderson apadrinha uma criança de 10 anos de idade, que está no abrigo Cosme e Damião. Todos os dias, quando sai do trabalho, passa na unidade de acolhimento para ver como o menino está. Aos finais de semana, o leva para casa, passeia, assiste TV. Quando é preciso, leva ao dentista. As aulas de reforço, pagas pelo padrinho, garantiu ao menino a alfabetização.

Tanto padrinho quando apadrinhado, segundo os profissionais das unidades, ganham com essa relação. Hoje Anderson, por visitar o abrigo periodicamente, acaba conhecendo todas as crianças, e proporcionando atenção e carinho a elas. Por outro lado, recebe delas muito amor. "Eu aprendo cada dia mais", reconhece o padrinho da modalidade afetiva. Além dessa modalidade, há ainda mais duas: provedor e prestador de serviço.

O programa completou 2 anos e, para ressaltar esse marco importante do projeto que proporciona experiências e referências socioafetivas a crianças e adolescentes em situação de acolhimento, os parceiros - Secretaria de Ação Social do Município, Tribunal de Justiça e Ministério Público - fizeram uma comemoração reunindo crianças/adolescentes, profissionais e padrinhos na unidade Lar do Bebê, em Porto Velho.

A tarde de recreação foi no domingo, 23 de outubro, e teve como objetivo integrar a sociedade civil ao público beneficiário do projeto por meio do apadrinhamento. Várias atividades foram desenvolvidas como brincadeiras, sessão de fotos e um lanche especial.

Para a adolescente de 17 anos, o projeto trouxe uma oportunidade de convivência com pessoas fora do abrigo. "É difícil não ter ninguém para conversar. Com minha madrinha, posso desabafar, pedir opinião. É muito bom", explica.

Em 2016 o "Apadrinhando uma história" conta com 40 padrinhos afetivos, 12 provedores (que financiam alguma atividade ou mesada para as crianças) e 30 prestadores de serviço (psicólogos, assistentes sociais ou qualquer outro profissional que queira proporcionar algum benefício à criança, oferecendo o próprio trabalho).

Entre os bons resultados obtidos com o projeto é o desenvolvimento da autoestima em crianças e adolescentes, já que se tornam mais seguras em seus relacionamentos sociais e afetivos.

Fonte - Assessoria de Comunicação Institucional

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