QUE SE APONTE O DEDO PARA TODOS OS MILHÕES DE CULPADOS

Está chegando perto do fim o martírio a que os brasileiros estão submetidos, com essa situação envolvendo a falta de um governo com poder real de resolver as coisas, nesse momento de grave crise econômica; de desemprego assustador e de violência em todas as regiões.
Quarta-Feira, 03 de Agosto de 2016 - 08:14

Está chegando perto do fim o martírio a que os brasileiros estão submetidos, com essa situação envolvendo a falta de um governo com poder real de resolver as coisas, nesse momento de grave crise econômica; de desemprego assustador e de violência em todas as regiões. Chegamos a isso porque houve uma maioria que acreditou no PT e na Presidente Dilma, escolhida a dedo pelo Rei Lula, o Primeiro e Único e foi para as urnas, votando novamente num projeto que estava destruindo o país há longos anos. Uma minoria votou de sacana mesmo, porque não queria perder as benesses que só a “cumpanheirada” tinha.  Esses mais de 54 milhões e meio, em sua grande maioria, fazem de conta que não têm nada a ver com a desgraça que se assolou sobre a Pátria, como se a única culpa fosse dos eleitos e não de quem os elegeu. Não deveriam abrir a boca para protestar, Chega desse mimimi, do qual a gente já encheu o saco de ouvir. Mas, que se recorde, enquanto o Brasil se recupera lentamente na UTI, que seja reposta a verdade: essa gente toda é tão culpada quanto os que ela colocou no lá, com todo o poder e que quase destruíram nossa Nação.

Agora, ainda temos que cumprir alguns rituais da democracia, mesmo que isso representante perda de tempo, para começar o lento processo de recuperação do paciente com um câncer que, felizmente, ainda não era terminal. O seria, se Lula, Dilma e os esquerdopatas que adoram discursar e gastar o dinheiro que os outros suam para ganhar, continuassem fazendo o que estavam fazendo. Se não houver nenhuma surpresa desagradável (mais uma), até o final do mês, começaremos a nos livrar da podridão. Todo esse sofrimento valeria a pena, caso nós, como eleitores, aprendêssemos a lição. Infelizmente, isso não acontecerá. Levaremos ainda muitas décadas até aprendermos, pelas perdas e danos, que somos os verdadeiros culpados de colocar no poder quem jamais mereceria sequer passar perto dele.Essa não é a mais pura verdade?

A MENOS QUE...

Prego batido, ponta virada! O ditado pode até valer para muitas coisas, mas nunca para a política. Mesmo os partidos que já realizaram suas convenções, ainda estão conversando eaté15 de agosto, último dia para registro das chapas, ainda podem haver mudanças. O DEM, por exemplo, está negociando com o PMDB de Williames Pimentel e pode indicar o vice, mas também está conversando com o PTB de Léo Moraes. Podem surgir outras mudanças, algumas realmente surpreendentes. Nos bastidores, a lideranças estão conversando, trocando mensagens, fazendo sinais de fumaça. Só depois do 15 de agosto se poderá dizer que nada mais mudará. A menos que....

FOGO DE PALHA?

Já tem surpresa nas primeiras pesquisas não oficiais realizadas no período pós convenção de alguns partidos. Claro que nelas não entraram os nomes que ainda serão postados na disputa, como o do ex prefeito Roberto Sobrinho. Mas quem viu os primeiros resultados e conhece um pouco da política local, certamente se surpreendeu. Há um dos nomes que compõe o quadro já definido, com uma aceitação muito acima do que era inicialmente esperado. Claro que tudo é ainda embrionário, porque faltam pelo menos duas semanas para a campanha realmente pegar fogo. Mas que já há surpresa no ar, sem dúvida alguma há. Vamos ver se ela se mantém ou se é apenas fogo de palha!

NÚMEROS E ELUCUBRAÇÕES

Tudo elucubração! Mas já dá para começar a fazer contas, em relação ao que os candidatos buscarão, até 2 de outubro, para vencerem a batalha, com a chegada de dois deles no segundo turno, em Porto Velho. Vamos à teoria, porque de prática, o raciocínio está longe. Na Capital, já quase 320 mil eleitores cadastrados. Normalmente, nas eleições municipais, somando-se abstenção, votos nulos e brancos, a média pode chegar a 25 por cento. Ou seja, desses, seriam, nesse raciocínio, 240 mil votos válidos. Parece óbvio dizer que quem chegar a 20 por cento desse total, ou seja, algo em torno de 80 mil votos, ao menos nessa matemática elucubrada, estaria no segundo turno. O outro, se chegar em torno de 40 mil, já estará também. Os demais seriam divididos entre os outros seis candidatos. Tudo apenas matemática e teoria, é bom que se sublinhe novamente.

E OS RUSSOS?

O governador Confúcio Moura quer resolver a situação dos conflitos agrários no Estado, já que Rondônia lidera o número de mortes no campo, entre todos os Estados brasileiros. A intenção dele e de seu governo é é conversar, negociar, ampliar a documentação de propriedades e levar paz às regiões mais pesadamente atingidas pela violência. Na teoria, ótimo. Na prática, faltou combinar com os russos, como dizia Garrincha. Ou seja, falta acertar com a LCP, um grupo fortemente armado, que não reconhece a legitimidade nem de governo, nem de forças policiais e nem do Judiciário. Ou seja, a LCP não quer papo. A menos que todas as suas exigências, algumas absurdas, sejam atendidas. Confúcio pode sonhar em soluções negociadas, mas, na vida real, a coisa pode não ser assim tão simples...

EM BREVE, SOLTO!

Durante dois anos, entre 2014 e 2015, o médico Pedro Augusto Ramos abusou sexualmente de 15 pacientes, durante consultas ginecológicas. Ele nega as acusações, mas as provas, para a Justiça, são contundentes. A tal ponto que ele foi condenado pelo TJ rondoniense a uma pena total de 130 anos de prisão. Pedro Augusto já teria cometido crimes semelhantes em outras regiões do país, onde trabalhou. Ele continuará preso, mas poderá recorrer da dura sentença. O problema são as leis brasileiras. Mesmo condenado a essa pena justíssima, já que os crimes cometidos foram comprovados, ninguém fica preso nesse país mais de 40 anos. E ainda ele terá uma série de benefícios, para acabar solto em alguns anos. Fosse num país, onde bandido é tratado como bandido, apodreceria na cadeia. Mas aqui...

PERGUNTINHA

Com o início dos Jogos Olímpicos, teremos alguns dias apenas de paz e alegria ou teremos que conviver, ao mesmo tempo,  com as más notícias da violência, do desemprego e da nossa economia em queda?

Fonte - sergio pires

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