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Quinta-Feira, 24 de Junho de 2021

Livre

A REPÚBLICA EM FACE OCULTA: OS LADOS DA PIZZA PROGNÓSTICO SOBRE O PT

'Vocês querem então? Vou reconhecer este sindicato como partido, mas não esqueçam que um dia este partido chegará ao poder. Lá chegando, tudo fará para instituir o comunismo. Neste dia vocês vão querer tirá-lo de lá’.
Sabado, 09 de Abril de 2016 - 16:38

Prógnóstico proferido como parte de um pronunciamento feito pelo então presidente da República, João Baptista Figueiredo, numa manhã de 1980, ao se reunir com seus ministros do Palácio do Planalto.

FATO CONSUMADO

Não será preciso pesquisar e se fazer muito esforço para se constatar que houve uma pequena falha na previsão mediúnica do ex-presidente João Figueiredo. O que o PT pretendia, realmente, seria chegar ao poder e executar tudo isto que estamos presenciando, uma farta roubalheira e a divisão dos frutos para engordar as contas bancários dos apadrinhados e dos que hoje defendem com unhas e dentes a permanência da presidente Dilma Rousseff com presidente da República — e continuar o atual trem-da-alegria com o dinheiro pago pelo contribuinte — com comprovações materiais reveladas no Mensalão, na Lava-Jato, a cada Delação Premiada, concedida, a cada depoimento dos delatores, a cada Operação da Polícia Federal e do Ministério Público, culminando com a presença de sangue e do primeiro cadáver desvendado na Lava-Jato, o do ex-prefeito de Santo André, assassinado em 2002.

FACE DA PIZZA

Se compararmos o Brasil a uma gigantesca moeda, girando em baixa velocidade se poderia ter uma imagem, com características de miragens e se poderia visualizar seis (6) gigantescas faces:

FACE Nº 1: UMA GRANDE PIZZA

Se o impeachment da presidente Dilma Rousseff terminar em Pizza, como querem e já comemoram seus ferrenhos petralhas seguidores do LULA, fruto do toma-lá-dá-cá, fisiologismo chapa branca, farta distribuição de cargos, em todos os níveis e de compra de votos – mediante denúncias de parlamentares, para que os parlamentares se abstenham de votar e  ficar em casa ou comparecer e votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Para que a oposição faça com que o processo do impeachment avance e saia da Câmara, serão necessários dois terço dos votos (342 votos), de um total de 513 deputados, que diante da atual conjuntura, serão necessários de muitos votos para nenhuma moeda em troca.

FACE Nº 2: NA LINHA SUCESSÓRIA

Por imposição do ministro Marco Aurélio de Melo, (STF) que interferiu no Poder Legislativo, ao impor ao presidente da Câmara dos Deputados a aceitar a denúncia contra o vice-presidente Michel Temer, cúmplice da presidente Dilma no processo das ‘Pedaladas Fiscais’, colocou o presidente da Câmara Eduardo Cunha em cheque mate – em aceitar a denúncia contra Temer ou descumprir esta imposição e incorrer em crime de responsabilidade.

Caso o presidente da Câmara descumprisse a determinação do ministro Marco Aurélio de Melo (STF) as consequências seriam imprevisíveis, com riscos até em antecipar a sua saída como presidente do Poder Legislativo. De início, Cunha relutou e anunciou que iria recorrer ao presidente do STF e, ao visualizar pela fresta da lei da linha sucessória que ele (Cunha) poderia se tornar presidente da República, com o possível impedimento de Michel Temer, também, seja afastado da corrida sucessória, ele tratou de cumprir de imediato a determinação do Ministro do STF e espera que uma comissão processante seja formada por determinação dos líderes partidários, na forma da lei, e paralelamente a isto espera o desfecho do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

FACE Nº 3: NA LINHA SUCESSÓRIA

Na hipótese do afastamento da presidente Dilma Rousseff e de seu vice-presidente, Michel Temer, Eduardo Cunha assumiria a presidência da República, em plena efervescência de um Processo de Cassação, acusado por quebra de decoro parlamentar e ter afirmado e mentido na CCJ da Câmara dos Deputados que não possuía contas em paraísos fiscais, em Bancos Suíços, e por desvios de milhões de reais. 

FACE Nº 4: NA LINHA SUCESSÓRIA

Caso o vice-presidente também se torne impossibilitado em assumir a presidência por motivos outros, seja por cassação ou renúncia ou morte quem assume, em um primeiro momento, é o presidente da Câmara dos Deputados, hoje seria Eduardo Cunha quem assumiria o cargo por pouco tempo, observando-se o seguinte:

1.Se os afastamentos do presidente e do vice-presidente ocorreram antes de completar dois anos de mandato, após o primeiro dia até 90 dias, serão convocadas eleições diretas;

2.Se os afastamentos do presidente e do vice-presidente ocorreram após dois anos de mandatos a escolha do novo presidente ocorrerá por via indireta, por votação do Congresso e a escolha será feita em 30 dias.

Como ainda o mandato da presidente Dilma Rousseff ainda não completou os dois primeiros anos, em caso de impeachment da presidente e de seu vice-presidente seria enquadro no item 1., ou seja: Eduardo Cunha assumiria a presidência da República e convocaria eleições diretas, no prazo de 90 dias.

Com a força das ruas e com o afastamento de uma possível posse de Eduardo Cunha ao cargo de presidente da República, e por força da situação complicada e indecisão se cassa ou afasta o presidente da Câmara, na linha sucessório o presidente do Senado Renan Calheiros assumia o Cargo, mesmo sendo denunciado pelo PGR por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso e por vários delatores da Lava-Jato e próximo a se tornar réu na Operação Lava-Jato..

FACE Nº 5: NA LINHA SUCESSÓRIA

Em caso raro na República Federativa do Brasil, em que por impedimento dos três (3) primeiros da linha sucessória do cargo de presidente da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Enrique Ricardo Lewandowski assumiria o cargo, com poderes constitucionais para complementar e convocar a eleição direta ou indireta, no prazo de até 90 dias, Deve-se salientar que o presidente do Supremo Tribunal Federal Enrique Ricardo Lewandowski é o quanto na linha sucessória e já assumira por dois dias a presidência da República, nos dias 23 e 24 de outubro de 2014, por motivos de viagens de Dilma Rousseff para os Estados Unidos, e do vice-presidente Michel Temer para o Uruguai, e por impedimentos da legislação eleitoral se o então presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves assumisse a presidência da República se tornaria inelegível e não poderia concorrer o Governo no Rio Grande do Norte.

Caso parecido ocorreu, também, com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Caso assumisse o comando, tornaria seu filho Renan Calheiros Filho inelegível e não poderia concorrer o Governo de Alagoas.

FACE Nº 6: NA LINHA SUCESSÓRIA

Ao ler esta matéria, ainda antes da revisão, um amigo nosso, crítico e ferrenho defensor dos petralhas e fervoroso aliado do LULA, falou-me em tom de indignação insinuando que a ESPINHA NA GARGANTA estaria fazendo apologia e incentivando o impeachment da presidente Dilma Rousseff e nos propôs, em tom de gozação e de ordenamento: -  “coloca, também, na tua  ESPINHA NA GARGANTA que na linha sucessória para suceder a presidente Dilma Rousseff que  o Deputado Federal TIRIRICA, no impedimento de todos os titulares dos postos mencionados anteriormente, ele teria pleno direito, uma vez que nas duas últimas eleições o palhaço Francisco Everaldo Oliveira Silva, o Deputado Federal TIRIRICA, fora o mais votado no país e vem combatendo insistentemente  a corrupção no Brasil."

Você já parou e se questionou sobre o que poderá ocorrem nos próximos dias que se avizinham da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, no Plenário da Câmara dos Deputados?

·Com certeza que irá haver socos, pontapés e muitas pancadarias entre os prós e contras a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff;

·Prisões de grupos agressores, dos dois lados, com ênfase para os petralhas que insistem em afirmar que impeachment é golpe;

·Prisões de cabos eleitorais que a estas horas deverão estar  entrincheirados em quartos de hotéis  negociando votos de indecisos;

·Publicações de novas denúncias, no formato de bomba-atômica para aumentar mais ainda a pressão popular, a fim de aumentar a insatisfação popular e lotar as ruas para obrigar os políticos fisiologistas a comparecerem ao Plenário da Câmara e a votarem a favor do Impeachment;

·Divulgação em cartazes e painéis a relação de políticos indecisos e prováveis eleitores a favor do Governo e contra o impeachment.

·E se eu conseguisse adivinhar eu te contaria, com os menores detalhes tudo que iria acontecersrsrsrsrsrs.

CONTRAPONTO 1:

Se olharmos pelo ângulo da lógica, e quando o assunto não é sério ou é muito sério, o que vem ocorrendo com o Brasil é uma tremenda palhaçada e nada mais justo do que entregarmos as rédeas do país para um profissional que, na verdade, nunca roubou, é um palhaço profissional com carteirinha, um pai de família exemplar, que não sonega os impostos, entende como ninguém quando o assunto é palhaçada, querido pelo povo, idôneo e competente. Então vamos colocar o TIRIRICA no lugar da Dilma que de uma coisa o povo não irá reclamar: vai ter pão, circo e palhaçada durante as 24 horas de todos os dias e de todos meses de todos os anos que restam para terminar o mandato.

CONTRAPONTO 2:

A grande mídia tem divulgado que ações contra Dilma e Temer somente sejam julgadas em 2017, corroborando com a euforia do Planalto que afirmam com todas as letras que apoiar o impeachment da presidente Dilma é defender um golpe.

CONTRAPONTO 3:

De acordo com publicação da Folha em data de 8 de abril de 2016, ‘ministros estão, em conversas reservadas, trocando impressões sobre as ações e avaliam que há dificuldades para que os processos sejam julgados e cheguem  a um desfecho ainda este ano’.

CONTRAPONTO 4:

Para um bom entendedor um pingo pode significar uma palavra e às frases inteiras.

Quando o presidente do STF Ricardo Lewandowski impôs que o presidente da Câmara Eduardo Cunha aceitasse a denúncia contra o vice-presidente Michel Temer poucos entenderam o verdadeiro motivo desta interferência entre os poderes.

Hoje, após a publicação de conjecturas que poderão ser materializadas, no âmbito das tramitações e de interesses outros nos bastidores jurídicos, nos aguça a imaginação de que a ignição que gerou a  obrigatoriedade — ministro do STF Marco Aurélio de Melo impondo ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, a aceitar a denúncia contra o vice-presidente Michel Temer —, ao apagar das luzes, deva ter fagulhas de uma mãozinha amiga em retardar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff’, com a unificação dos processos — com a justificativa de que ambos cometeram as Pedalas Fiscais, conjuntamente, e, assim, o processo voltaria a estaca zero e o julgamento poderá ser empurrado com a barriga até o início de 2017, de acordo com matérias publicas.

PENSAMENTO ÓBVIO

Não se assustem e não se decepcionem se o impeachment da presidente Dilma Rousseff se transformar numa grande PIZZA, com três sabores: CUNHA, TEMER e RICARDO LEWANDOWSKI.

Antônio de Almeida Sobrinho escreve semanalmente nos seguintes Portais de Notícias:

www.efato.com.br

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www.newsrondonia.com.br

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www.jornalaltomadeira.com.br

www.quenoticias@com.br

e no Blog ESPINHA NA GARGANTA.

Fonte - Antônio de Almeida Sobrinho

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