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Sexta-Feira, 14 de Maio de 2021

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DIRETORIA EXECUTIVA DA CAERD REÚNE-SE COM OS NOVOS INTEGRANTES DA CIPA

"Nosso desejo é de que mantenhamos o índice zero de acidentes, por isso, temos investidos na compra destes equipamentos", declarou.
Quinta-Feira, 03 de Março de 2016 - 16:25

Os diretores da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia - Iacira Azamor (presidente), Luciano Walério Lopes (administrativo e financeiro, Mauro Berberian (técnico e operacional) e Fabrício Ferreira de Lima (comercial e negócios) - reuniram-se na manhã de quarta-feira, 2,  com os novos titulares e suplentes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da empresa (Cipa), empossados no dia 19 de fevereiro para a Gestão 2016/2017.

A reunião iniciou com a declaração da cipista, Éclair Matos de Oliveira, que atuou na presidência da Comissão por 10 anos, sobre o índice zero de acidentes nas dependências da Companhia. "Os acidentes que ocorreram foram em trânsito, isto é, no percurso de casa para o trabalho e vice-versa", disse.

Ela destacou que sempre obteve o apoio das diretorias para desenvolver as atividades pertinentes às ações da Cipa e lembrou a importância de todos estudarem a Norma Regulamentadora 5 (NR-5), que destaca o objetivo  da Comissão na prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

De acordo com Luciano Walério, é importante que os atuais cipistas trabalhem nos ajustes necessários de prevenção, especificando a conscientização dos funcionários da Caerd em utilizarem os equipamentos de proteção individual - EPIsC

O uso dos EPIs também foi o foco das palavras da presidente da Caerd, Iacira Azamor, que lembrou aos participantes da reunião a necessidade de se manter a boa imagem da Companhia, em relação à prevenção de acidentes.

"Todo funcionário tem em si e leva consigo a imagem da Caerd, seja na unidade administrativa ou no trabalho de campo. É necessário que ele esteja devidamente uniformizado e com os equipamentos de proteção adequados à atividade que esteja realizando, principalmente o pessoal da área operacional e de manutenção, pois ainda permanece a antiga cultura de que a luva ou o macacão de borracha atrapalham os movimentos. E isto tem que ser trabalhado, porque são recursos investidos na preservação da vida e promoção da saúde do trabalhador", ressaltou Iacira Azamor.

Fonte - caerd rondônia

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