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Sexta-Feira, 14 de Maio de 2021

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MÉDICO É EXONERADO POR TRABALHAR EM DOIS LUGARES AO MESMO TEMPO

Segundo a prefeitura, cerca de 140 processos contra médicos correm na Cogem. Entre eles estão sindicâncias, denúncias e processos administrativos disciplinares.
Terça-Feira, 26 de Janeiro de 2016 - 16:14

A Secretaria Municipal de Saúde de Londrina, no norte do Paraná, exonerou um médico acusado de bater ponto em dois lugares ao mesmo tempo e trabalhar em apenas um. A decisão formalizada na última quinta-feira (21) é semelhante com a atitude tomada pelo Conselho de Saúde de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, que denunciou outro médico pelo mesmo motivo.

Segundo a Corregedoria-Geral do Município (Cogem), o médico londrinense trabalhava no Hospital Universitário, mas antes passava na Maternidade Municipal Lucilla Ballalai, batia o ponto e deixava o local. Além disso, ficou comprovado que o médico saiu da maternidade em horário de plantões, em que estava escalado, sem registrar a saída no ponto eletrônico. De acordo com a denúncia, a situação aconteceu por vários meses durante 2013.

Além de ser demitido, o médico foi condenado a devolver aos cofres públicos todo o valor recebido indevidamente. Segundo a prefeitura de Londrina, o médico deixou de exercer a função e não realiza plantões desde o dia 8 de janeiro quando foi considerado culpado no Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e não poderá mais ocupar cargos públicos no município.

Segundo a prefeitura, cerca de 140 processos contra médicos correm na Cogem. Entre eles estão sindicâncias, denúncias e processos administrativos disciplinares. Para o órgão, a demissão é a penalidade mais grave e só acontece quando são comprovadas condutas profissionais que vão contra o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Londrina. “O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Londrina estabelece que o servidor tem o dever de agir com honestidade, moralidade e lealdade, dever este que, se descumprido, gera responsabilizações severas”, afirma o corregedor-geral do município, Alexandre Alberto Trannin.

De acordo com Trannin, as irregularidades investigadas pelo Cogem são comunicadas ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) que, com base nas investigações da Corregedoria, dá início a uma Ação Civil Pública contra o servidor pela prática de ato de improbidade.

Fonte - uol

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