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Sabado, 27 de Fevereiro de 2021

QUEM DIRIA QUE TEMOS UM REBANHO DE 13 MILHÕES DE CABEÇAS?

Gado sem doenças, carne de primeira qualidade, reconhecida em todo o mundo; ações do setor que unem forças entre governo e empresários do setor; novos frigoríficos, mesmo com o fechamento de alguns; perspectiva de mais empregos e faturamento: as perspectivas do setor em Rondônia não poderiam ser melhores.
Domingo, 18 de Outubro de 2015 - 11:09

No início dos anos 70, quando começou a grande corrida do ouro em direção a Rondônia e a terra era o Novo Eldorado, não se falava em pecuária. Havia terra em abundancia, o governo da época incentivava a migração para cá e os aventureiros corriam atrás do ouro, enquanto os demais queriam buscar novas perspectivas para suas vidas. Mas gado? Quem iria pensar que praticamente do zero, Rondônia iria ter, quatro décadas depois, o oitavo rebanho bovino do país, com uma produção de carne de alta qualidade, exportada para vários países? Nem os mais otimistas visionários poderiam imaginar isso. Nosso rebanho continua crescendo, embora as áreas de criação não tenham aumentado. É a produtividade que aumentou. Quem diria que, neste 2015, a previsão da campanha estadual de vacinação contra a febre aftosa pretenda que começou esta semana, é de imunizar nada menos do que 13 milhões de cabeças? A prova de que nosso Estado tem no agronegócio seu grande mote econômico está outra vez comprovada, na medida em que também na agricultura os números tem sido superlativos. Some-se a isso a maior produção de peixe em cativeiro de todo o país (chegaremos a comercializar 75 mil toneladas neste ano!) e teremos um quadro completo do quanto a produção agropecuária representante para que consigamos manter uma posição de vanguarda no contexto do crescimento regional.

Gado sem doenças, carne de primeira qualidade, reconhecida em todo o mundo; ações do setor que unem forças entre governo e empresários do setor; novos frigoríficos, mesmo com o fechamento de alguns; perspectiva de mais empregos e faturamento: as perspectivas do setor em Rondônia não poderiam ser melhores. Pena que o governo federal nos atrapalha. Não fosse isso, estaríamos em situação ainda muito melhor, no agronegócio.

OURO ISOLADO

A Justiça Federal determinou o fechamento do garimpo da área chamada de Nova Serra Pelada, na pequena Pontes de Lacerda, MT, próximo à três dezenas de quilômetros da fronteira com Vilhena. Uma pequena multidão já se encontrava na área, depois da descoberta de ouro em abundância, incluindo algumas pepitas gigantes. Centenas de rondonienses (incluindo-se aí muitos garimpeiros que estavam tentando a sorte na área de garimpo ilegal do rio Madeira, em Porto Velho), já tinham se deslocado para a novo local da fortuna. A Justiça cortou o barato. Mandou tirar todo o mundo e isolar a região onde o ouro chega a aparecer praticamente no chão...

SEGURANÇA? ONDE?

Um agência o Banco do Brasil, em pleno centro da Capital, quase foi quase destruída por bandidos, que exageraram na dose do dinamite e explodiram não só os cofres, mas toda a área onde eles estavam. Mais um pouco e a estrutura do prédio teria sido afetada. Não havia policiamento na área, como não o há todas as noites. Os criminosos sabem disso e agem quando bem entendem. O mesmo caso é de um conhecido empresário da cidade, que sofreu o terceiro assalto em poucas semanas. Ou é uma quadrilha só ou os bandidos estão compartilhando informações. Todos sabiam exatamente os passos do empresário. Segurança? Onde?

A VOZ DA FAMÍLIA

Amigos e correligionários estão de um lado. Familiares de outro. Assim está a situação em Ji-Paraná, onde o prefeito Jesualdo Pires só não será reeleito se não quiser. Todas as pesquisas o apontam disparado a frente dos demais pré candidatos, a ponto de ele ter (sempre considerando que a situação se refere `{a atualidade e pode mudar), intenções de votos mais que a soma de pelo menos cinco dos prováveis concorrentes. O problema maior não está na opinião pública, que tem consagrado a administração de Jesualdo. Está em casa. Sua família tenta convencê-lo a não concorrer à reeleição. Conseguirá?

A BATALHA DO LUIZÃO

Por falar em Prefeitura, não se pode deixar de elogiar o esforço, a dedicação, a luta diária do prefeito Luiz Ademir, o  Luizão do Trento em superar as imensas dificuldades que herdou do prefeito que renunciou, César Cassol. Ele tem corrido em todas as direções, tem buscado apoio junto ao Governo e visitado todos os parlamentares, mesmo os que não têm eleitorado na região, pedindo apoio para superar a crise. Em alguns casos, já começa a colher os primeiros frutos. Luizão tem ainda enormes desafios pela frente, mas que está batalhando para superá-los, está sim!

VOLTOU ATRÁS

Mais uma semana que vem aí de insegurança política e econômica, uma ligada a outra. A presidente Dilma Rousseff continua acuada e fazendo qualquer negócio para que o processo de impeachment contra ela, fique trancado pelas gavetas do Congresso. Uma das medidas que ela iria tomar para enxugar os gastos do seu governo perdulário, seria a extinção de três mil cargos comissionados. Já voltou atrás, para não desagradar seus aliados que, é claro, estão se lixando para o país e só pensam em si mesmos, como ela e sua turma. Pobre Brasil! Pobres brasileiros!

PERGUNTINHA

Com o fim da gratificação especial aos agentes de trânsito, que recebiam adicional até para andarem bem vestidos e cumprir seu horário de trabalho, como a Prefeitura complementará o salário deles?

Fonte - Sergio Pires

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