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Quinta-Feira, 25 de Fevereiro de 2021

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO PARA QUEM REALIZA CIRURGIA BARIÁTRICA

Já no pós-operatório, a alimentação torna-se um pouco mais complexa, já que há variações nas fases nutricionais.
Sabado, 03 de Outubro de 2015 - 11:05

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos e da medicina puderam contribuir para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas em todo o mundo. Só no século XX, foram descobertas a penicilina e as vacinas contra a poliomielite, sarampo, catapora e gripe, por exemplo, bem como diversos procedimentos cirúrgicos foram aprimorados, entre eles, a cirurgia bariátrica.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cirurgia bariátrica é um método de redução de estômago indicado para pacientes cujo índice de massa corporal (IMC) é maior ou igual a 40 kg/m²; maior ou igual a 35 kg/m², quando houver estados mórbidos associados à hipertensão, osteoartrite, diabetes tipo 2; ou à obesidade grave instalada há mais de cinco anos.

E a procura por este tipo de procedimento vem aumentando a cada ano. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, só em 2014, foram realizadas 88 mil cirurgias deste tipo no Brasil. “A cirurgia bariátrica é uma técnica que promove uma mudança física, que pode ser comprometida se não houver uma preocupação com a reeducação alimentar e adoção de hábitos de vida saudáveis”, explica o Chef da Lean Sabor & Saúde, Gustavo Iglesias.

Quando falamos em alimentação, no pré-operatório, o paciente precisa ter uma dieta sem exageros e balanceada. Os médicos indicam que os pacientes mantenham dieta líquida durante as 24 horas antes da intervenção. Já no pós-operatório, a alimentação torna-se um pouco mais complexa, já que há variações nas fases nutricionais.

Na primeira fase, com duração de sete a dez dias, a dieta deve ser líquida, fracionada e com uma meta de ingestão de dois litros por dia. Na segunda fase, com duração de, aproximadamente, dez dias, o paciente já pode ingerir alimentos de fácil deglutição e digestão, como frutas, legumes e verduras em forma de purê, carne moída e frango ensopados, ou suflês, vitaminas de frutas e sopas mais consistentes. Já na terceira fase, os demais alimentos estão liberados. Mas, é preciso ter calma: a pessoa que passou por este tipo de procedimento deve mastigar devagar e ingerir a sua comida com cuidado e evitar alimentos crus, pois são digeridos com mais dificuldade.

Outra recomendação dos especialistas é que, durante os três primeiros meses após a cirurgia, alimentos como café, chá mate, pimenta, refrigerantes, sucos industrializados, chocolates, frituras e bebidas alcoólicas sejam evitados.

“Cada paciente tem um motivo diferente que o levou à realização da cirurgia e a reeducação alimentar é extremamente importante para o sucesso nesta etapa. Por isso, seguimos fielmente todas as orientações prescritas pelos especialistas”, afirma Iglesias.

Fonte - Notícias ao minuto

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