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Sexta-Feira, 26 de Fevereiro de 2021

O FENÔMENO DA DESAPARIÇÃO CONTINUA NO ALMOXARIFADO DA SEDUC

Em 2010, Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho, já havia determinado a suspensão do pagamento milionário à empresa citada
Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2015 - 11:29

É surpreendente o que acontece lá pelos bastidores do almoxarifado da SEDUC, local onde deveriam estar armazenados e seguros os diversos materiais comprados com dinheiro público, frutos de pesados impostos pagos por todos os cidadãos trabalhadores e contribuintes deste Estado.

Uma extensa lista de materiais públicos que vem anualmente “sumindo” daquele depósito pertencente ao governo de Rondônia, dentre os quais se podem citar: papel, câmeras fotográficas, enciclopédias Barsas, panelas, aparelhos para consultório dentistas, pneus, instrumentos musicais, geladeiras, datas shows, notebooks, centrais de ar, televisões.

O mais estranho ainda foi o “sumiço” que impuseram ao funcionário público, vez que ele trabalhava naquele setor onde centenas de bens públicos desapareceram misteriosamente, sendo que, concidentemente, o maquinado “desaparecimento” aconteceu um mês antes de o diretor Rodrigo Barros denunciar a desaparição de duzentos e trina e nove (239) bens públicos.

DE NOVO

Recentemente, a Juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho, determinou na ação civil pública de improbidade administrativa promovida pelo MP RO (Processo: 0023096-09.2010.8.22.0001), a abertura de Inquérito Policial, visando apurar responsabilidades tanto por parte dos e funcionários da SEDUC à época dos fatos e  quanto a empresa Prime Tech Comércio de Materiais Eletrônicos Ltda ME. Essa responsabilidade diz respeito ao “sumiço” de cento e oitenta e oito (188) aparelhos de ar condicionado. (confira mais detalhes no website  http://www.jaruonline.com.br/noticia/sumico-de-quase-200-parelhos-de-ar-condicionado-sera-investigado,geral,26529.html).

Em 2010, Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho, já havia determinado a suspensão do pagamento milionário à empresa citada, pois já suspeitava do superfaturamento de preços e das falcatruas realizadas por gestores e funcionários públicos corruptos (conforme conclusão do Magistrado sobre o mesmo processo acima citado, em anexo).

MAIS PARADA QUE ÁGUA DE POTE

Se por um lado o MP e o Judiciário se já vem se posicionando há mais de cinco anos favoravelmente a apuração e responsabilização dos envolvidos por tantos atos de depredação do erário público; a mesma intensidade não vem ocorrendo por parte da Polícia Civil, pois até hoje esta valorosa Instituição não deu respostas efetivas aos principais questionamentos que giram em torno desses crimes, a saber:

Quais foram os eventos causadores da morte do funcionário da SEDUC?

Onde foram parar os materiais roubados do Almoxarifado da SEDUC?

 Quem são os responsáveis pelos “sumiços” tanto do servidor público quanto de inúmeros bens materiais? 

Por que esses crimes não foram solucionados?

Fonte - assessoria

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