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Terça-Feira, 02 de Março de 2021

TRABALHAR SIM ADOECER NÃO É O LEMA DAS AÇÕES EM DEFESA DA SAÚDE DO TRABALHADOR RONDONIENSE

“Trabalhar sim, adoecer não”, é um dos lemas do Cerest, cuja sede funciona no 4º andar da Policlínica Oswaldo Cruz, na avenida Governador Jorge Teixeira de Oliveira, em Porto Velho.
Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2015 - 14:59

A simples ingestão de leite não pasteurizado, o consumo de queijo ou sorvetes em igual condição podem levar a pessoa a contrair brucelose (causada por bactérias denominadas Brucella), doença comumente encontrada na região mediterrânea (Estados Unidos, Portugal, Espanha, Sul da França, Itália, Grécia, Turquia e Norte da África), Américas do Sul e Central, Leste Europeu, Ásia, África, Caribe e Oriente Médio.

Isso tem a ver também com Rondônia, na Amazônia Ocidental brasileira, conforme demonstra o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), órgão da Secretaria Estadual de Saúde (Seasu), que adverte: não existe atualmente vacina disponível contra a brucelose aplicável a seres humanos; existe vacina para animais.

“Trabalhar sim, adoecer não”, é um dos lemas do  Cerest, cuja sede funciona no 4º andar da Policlínica Oswaldo Cruz, na avenida Governador Jorge Teixeira de Oliveira, em Porto Velho.

Segundo a gerente, enfermeira do Trabalho, Ana Flora Camargo Gerhardt, no Cerest são feitos estudos e organizadas ações voltadas ao bem-estar físico, mental, social e ambiental nessa área, conforme conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 “O trabalhador tem direito a se informar a respeito de doenças antigas e de doenças da modernidade.  O Cerest presta acolhimento ao trabalhador acometido por doenças relacionadas ao trabalho ou ocupacionais, e acidentados”, comentou a gerente, nesta quinta-feira (27).

Ana Flora se refere às Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e a Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (Dort), ambas com formigamento, dormência, choque, diminuição da força muscular, sensação de peso nos membros afetados, perda de controle dos movimentos e distúrbios do sono. O tratamento simples inclui repouso e medicamento por tempo limitado.

INTOXICAÇÕES EXTERNAS

Relatórios elaborados nesse órgão e encaminhados aos Ministérios da Saúde e do Trabalho revelaram que no ano passado 13 trabalhadores morreram vítimas de intoxicação exógena (externa), 219 tiveram cura sem sequela, seis foram curados com sequela e não se sabe o que ocorreu com outros 49. Daí, a importância de qualquer doença e/ou acidente ser imediatamente comunicados por pessoas, empresas e por órgãos governamentais.

De acordo com Ana Flora, ocorrências de acidentes de trabalho são comunicadas ao INSS,  a fim de garantir benefícios previdenciários à família do trabalhador, quando ele fica afastado do trabalho além de 15 dias. No entanto, ela alertou que o Cerest não faz curativos, aplicação de medicamentos e tratamento em geral. Tampouco fornece atestados admissionais, demissionais e periódicos, laudos técnicos e programas específicos.

“Aqui, acompanhamos e registramos agravos e acidentes, por meio do sistema de notificações compulsórias e articulação com toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), visando à assistência à saúde dos trabalhadores”, esclareceu a enfermeira.

O Cerest também atende nas Gerências Regionais de Saúde de Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena, além do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) da Capital.

A comunicação de doenças e acidentes de trabalho é feita pelo 0800 647 5300, (69) 3216 5280 e  3216 7221 ou o e-mail: cerest.rondonia@gmail.com

Fonte - decom/gov-ro

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