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Quinta-Feira, 25 de Fevereiro de 2021

PRODUTORES EXPULSOS DA BOLÍVIA SÃO ABANDONADOS NO ACRE

Hora de se pensar num Plano B. Esse, do jeito que as coisas estão acontecendo, não deu certo.
Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2015 - 08:10

Famílias que viveram em território boliviano, na fronteira com Rondônia, alguns durante mais de meio século, estão sofrendo na pele as doenças nacionais do momento: abandono e não cumprimento de promessas, por parte do governo brasileiro. Iludidas com papo furado e enrolação tradicionais, perto de 200 famílias de agricultores, perseguidos pelo governo de Evo Morales, tiveram que entregar as terras que cuidaram, viveram e plantaram durante longos anos, para que nelas fossem instalados os famosos plantadores da folha da coca (foto|). Aquela mesma planta que o na Bolívia, se diz ser inofensiva, mesmo sendo transformada em cocaína, uma das drogas mais terríveis e que vicia milhões de pessoas, todos os anos. Os pobres coitados brasileiros caíram na catilinária do governo do PT e de representantes de uma tal Organização de Apoio para Refugiados da ONU, OIM, dominada pela esquerda, que os enganaram. Tanto a União quanto representantes desta tal OIM, garantiram que todos os que deixassem as terras que cultivaram, por vezes uma vida inteira, voltariam para o Brasil e receberiam não só novas áreas, como todo o apoio oficial para recomeçarem.

Qual o resumo da ópera? O contumaz. Ou seja, enganados, os camponeses expulsos da Bolívia, para dar lugar à plantação da essência da cocaína, foram jogados em algum lugar no meio do mato, no Acre. Uns numa área de uma antiga fazenda e outros num distante assentamento. Todos estão abandonados, desesperados. Sem estrutura alguma, sem energia, sem estradas, sem equipamentos, sem dinheiro, os pobres coitados, dois anos depois de abandonados, foram à Assembleia Legislativa do Acre pedir socorro. Não sabem mais a quem recorrer.  São brasileiros trabalhadores, com mãos calejadas e suor escorrendo. Para eles, não há proteção dos nossos governantes...

OS DOIS SE MERECEM

É a velha história que se tornou padrão na última década: para os sofredores, promessas furados e conversa mole. Para quem não tem compromisso com o verdeiro trabalho, suado e difícil, todas as facilidades. Essa pobre gente, que viveu da terra décadas a fio, foi tirada da Bolívia como se bandida fosse. Com o aval do governo brasileiro. Agora, os colonos estão sendo vítimas de novo. Os que suam, os que têm as mãos calejadas de tanto trabalhar, sofrem cada vez mais. Para estes, promessas furados e conversa mole. O governo do Brasil e o da Bolívia, amiguinhos inseparáveis, realmente se merecem!

AS 300 VÍTIMAS

É óbvia a situação dramática em que vive o trânsito de Porto Velho. Mesmo com a diminuição no número de mortes, confirmado por estatísticas, o volume de pessoas feridas é excepcionalmente crescente. Quando o Pronto Socorro João Paulo II anuncia que atendeu, só até esta semana, mais de 300 vítimas de acidentes, a grande maioria motoqueiros e caronas, não há como não se apavorar ante tal situação. Todas as campanhas feitas, todos os apelos, todos os dramas mostrados, não têm amenizado a situação. É hora de se pensar num Plano B. Esse, do jeito que as coisas estão acontecendo, não deu certo.

TERCEIRA GERAÇÃO

O prefeito Alex Testoni foi enfático, ao falar sobre a possibilidade, aventada em conversas de bastidores, de que seu irmão, Jacques, poderia ser convidado a assumir o comando do DER, caso houvesse mudança no órgão. Jacques, que teve um mandato muito positivo e teria grandes chances de reeleição, decidiu largar a vida pública por cima e não retornará a ela, disse seu irmão. O próprio Alex estava querendo cair fora, mas acabou voltando atrás e reassumiu a Prefeitura de Ouro Preto. Se dependesse da família, todos os Testoni, até a terceira geração, cairiam fora da política.

MANDATO GARANTIDO

Não foi fácil a vida do deputado Lindomar Garçon até voltar à Câmara Federal. Por uma dessas  peças pregadas pelo destino, acabou perdendo seu mandato anterior. Eleito de novo, estava correndo risco novamente. Dessa vez, por suspeita de compra de votos, o que ele sempre negou peremptoriamente. Tinha razão. A Justiça Eleitoral não aceitou as acusações e o absolveu completamente, tranquilizando não só o próprio Garçon como a seus milhares de eleitores. Ele comemora a decisão, garantindo que vai trabalhar cada vez mais, principalmente para atender aquele público mais pobre e necessitado. Suas ações têm caminhado nessa direção, aliás.

APOIO AOS FILHINHOS...

Bombou nas redes sociais vídeo em que a diuretora de uma escola de Candeias do Jamary dá uns petelecos numa aluna. Claro que é uma coisa errada e merece repúdio. Mas é sempre bom ver o vídeo inteiro. A menina provoca a diretora, dirige a ela palavrões e ameaças, trata a comandante do seu colégio como, certamente, trata seus pais em casa. Daí, a reação. Agressões a professores, mas também tentativas de assassinato e até assassinato, são cada vez mais comuns nas escolas brasileiras. Pior ainda: na maioria dos casos, os familiares ficam contra os professores e a favor dos seus filhinhos...

PERGUNTINHA

Não está cada vez mais difícil entender o que realmente a presidente Dilma Rousseff quer dizer, cada vez que ela faz um discurso de improviso?

Fonte - Sérgio Pires - Opinião de Primeira

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