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Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021

SEMUSA E SESAU REALIZAM CURSO SOBRE NOTIFICAÇÃO DE AGRAVOS E DOENÇAS

Os conteúdos são voltados aos profissionais de saúde da zona rural do município de Porto Velho, incluindo enfermeiros, técnicos e médicos
Quarta-Feira, 26 de Agosto de 2015 - 10:57

Numa parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), está acontecendo o Curso Básico de Vigilância para Profissionais de Saúde. Com a duração de quarenta horas, manhã e tarde, o curso acontece ao longo desta semana na Faculdade de Ciências Administrativas e de Tecnologia (Fatec), coordenado e ministrado por Régia Martins, chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Semusa, Edna Botelho, da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), e por Márcia Mororó, psicóloga da Sesau.

Os conteúdos são voltados aos profissionais de saúde da zona rural do município de Porto Velho, incluindo enfermeiros, técnicos e médicos, como também aos que trabalham na sede da Semusa e agentes de epidemiologia de alguns municípios do estado. O objetivo é capacitar os que atendem à Atenção Primária sobre os procedimentos relativos às doenças e agravos de notificação compulsória.

A base dos trabalhos é uma cartilha expedita pelo Ministério da Saúde, que conceitua agravos como danos à integridade física e mental dos indivíduos, provocados por acidentes, intoxicações, abuso de drogas, lesões em decorrência de agressões e maus tratos ou lesões auto provocadas. Doenças são enfermidades ou estados clínicos que representem danos significativos aos seres humanos. Esses casos devem ser compulsoriamente notificados, isto é, obrigatoriamente comunicados às autoridades de saúde. No curso estão sendo explicados detalhadamente os casos que devem ser notificados, como deve acontecer a notificação, que instrumentos devem ser utilizados para a notificação, quais prazos devem ser considerados, além de outros assuntos relativos. “Há tipos de agravos para os quais a notificação deve ser imediata, enquanto que outros podem ter prazo de até uma semana para a notificação. As notificações devem ser encaminhadas aos departamentos municipais e estaduais de epidemiologia, por isso é que estamos aqui para capacitar os profissionais quanto a esses casos, quanto aos meios e aos propósitos das notificações, enfim, estamos oferecendo a formação necessária para que possa fluir devidamente as informações para a área da saúde atenda devidamente as comunidades”, explicou Régia Martins.

Fonte - assessoria de comunicação

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