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Terça-Feira, 02 de Março de 2021

[NEUROCIÊNCIAS] A TEORIA DOS NÓS

Suponha que uma unidade neural distancie em média de outra unidade neural dentro do mesmo agrupamento de constituição na forma de um órgão do corpo humano, com um distância hipotético do núcleo neural para outro de 5 milhões de angstrons 0,5 mícron do centro do núcleo do neurônio adjacente mais próximo.
Domingo, 23 de Agosto de 2015 - 12:35

Para desvendar a mente humana este estudo inicial e incipiente irá abordar como o comportamento do processamento cerebral está profundamente ancorado na natureza física dos fenômenos que cercam o universo. Imagine caro leitor o quadrilátero acima como uma região cerebral devidamente mapeada constituída exatamente por um neurônio.

A unidade se reduz a outra unidade.

Suponha que uma unidade neural distancie em média de outra unidade neural dentro do mesmo agrupamento de constituição na forma de um órgão do corpo humano, com um distância hipotético do núcleo neural para outro de 5 milhões de angstrons 0,5 mícron do centro do núcleo do neurônio adjacente mais próximo. E em todas as direções concentram-se Dendritos e o Axônio do neurônio que podem se prolongar por até 1 metro de comprimento.

O deslocamento do núcleo dentro do sistema nervoso pode fazer com que a unidade neural ou quadrilátero de unidade sensorial (Phyquantum – desenho acima), sofra variações em sua localidade física que afetam o distanciamento dos dendritos, axônios e até do núcleo do neurônio.

Considere que o núcleo neural possa se deslocar sem ser substancialmente afetado em até 1 Milhão de mícrons/segundo. Porém a espacialidade do sistema permite supor que os deslocamento das substâncias ao redor do neurônio promovem movimentos expressivos dentro da sua lógica de grandeza do modelo sistêmico.

O deslocamento de Phyquantum pode ser desenvolvido em torno de um eixo de 360º graus. Mas espera-se que o movimento estabilize fazendo com que um Phyquantum tenha uma estacionariedade em relação a outros “indivíduos” que também compartilham o mesmo espaço dentro da caixa craniana.

O espaço externo ao neurônio serve de bloqueio resistivo de forma que os neurônios passam a constituir verdadeiras vias de acesso de transmissão de informações.

Existe uma pressão do meio cerebral sobre os agrupamentos neurais e é através deste mecanismo que a intensificação da comunicação cerebral torna-se um mecanismo mais intenso e dinâmico. Porque as vias de acesso à formação de corrente elétrica são obrigadas a migrarem informações na forma de apropriação de íons que ao entrarem sobre a capa do neurônio permite a comunicação da informação apreendida por um sensor que esteja externo ao corpo humano.

Pode-se pensar no movimento de um Phyquantum como sendo o desdobramento angular do núcleo do neurônio em relação a um eixo orientado pela percepção gravitacional do corpo celeste aonde o indivíduo está inserido.

Para a localização geoespacial do Phyquantum é necessário o apreender de uma condição biológica que é característica exclusivamente do núcleo do neurônio, e como a íris de um olho, constrói uma identidade única da formação do elemento biológico dentro do corpo humano. E esta estrutura não podia estar ancorada em outro princípio do que senão meramente a estrutura de codificação do DNA neural para cada unidade de processamento de informação.

O movimento em 360º

Agrupamentos de psyquantuns podem constituir densidades mais complexas de agrupamentos seguindo métricas de correspondência do sistema de medidas de distância. O deslocamento de um neurônio (φ) pode ser concebido pela aplicação de uma força resultante de um processo de migração de um posicionamento em relação a um centro hipotético como por exemplo o Tálamo que está na região central da figura abaixo.

O centro está para um referencial assim como a região periférica para a borda de um hemisfério.

A força resultante será o gradiente angular das coordenadas polares (α;β;θ) que pode ser medida pelo deslocamento central do núcleo neural na forma de mícrons/segundo.

Então para simples localização de um neurônio dentro da caixa craniana é necessário desenvolver uma instrumentação com precisão de [1 Å a 2 Å] em que a precisão atómica da medida angstom consegue sintetizar grandezas da ordem de 10-10 m. Para efeitos de enquadramento do ponto central do tálamo, considera-se central a varredura que localiza na coordena de largura o ponto central da detecção do órgão Plano Frontal do corpo, em relação ao eixo gravitacional através do Plano Sagital, e por último em relação ao comprimento através do Plano Horizontal do órgão escolhido que no caso é o Tálamo. O ponto central deve ter 5 Å cúbicos, que passará ser uma medida de erro Ɛ controlada.

Para o sucesso da medição o localizador deve fazer uma varredura cerebral da ordem de 299 792, 458 m / s e gerar dentro deste time os localizadores geoespaciais do centro do sistema nervoso central e o agrupamento de neurônios escolhidos.

Para efeitos de diminuição de recursos de clusterização uma medida de intensidade da Força deve transformar o ponto central do tálamo em raios angulares diretivos de deslocamento, aceleração e estacionariedade de partículas na ordem de 0,0001º graus em todas as direções em torno dos 360º graus.

Cada área adjacente sofrerá uma variação em intervalos de 1 Milhão de vezes a dimensão da densidade da região central do tálamo.

Um Phyquantum pode variar no distanciamento de outro Phyquantum, porém como unidade conceitual sempre terá a mesma representação de volume em relação a outro núcleo semelhante.

No intervalo da existência de um Phyquantum para outro é chamado de área de transitoriedade do Phyquantum onde fatores de resistividade, energia e elementos químicos irão determinar o fluxo elétrico até de um Phyquantum na transitoriedade de um estado pulsional de uma unidade para outra.

Área de Transitoriedade do Phyquantum

A energia é a manifestação da libido do neurônio.

Uma frequência eletromagnética pode ser deslocada via onda de rádio a partir de um objeto externo que possua gradientes inteligentes que detectam variações eletrotérmicas sobre o tecido do núcleo neural. A frequência eletromagnética deve variar em num ciclo de 299 792, 458 m / s e desencadear faixas de 1 fluxo de frequência a cada 1,93932 x 10-17 segundos com distintas oscilações para cada fluxo. O primeiro fluxo deve ser o de onda eletromagnética mais curta e o N’º ciclo o fluxo mais longo. Cada ciclo de onda eletromagnética deve ser diferente do anterior e o bombardeamento do encéfalo deve seguir a ordem cronológica da afetação.

Considera-se o Phyquantum inativo aquele que o comprimento de onda ao atingir o núcleo do neurônio indicar uma reflexão como onda de retorno para o equipamento sensorial. Este circuito pode ser idealizado por comprimentos de onda que são sensíveis a desintegração termoelétrica numa densidade que o fluxo eletromagnético é absorvido pela excitação elétrica da célula ativa. A energia da onda eletromagnética de um equipamento externo não pode nunca aproximar do limiar da ativação neural, para não gerar confusão sensorial no organismo do indivíduo.

Cada comprimento de onda possui 100 combinações de sinais cada ciclo. A migração de 85% do fluxo de volta para o equipamento sensorial indica que corre no momento t um fluxo de energia no interior daquele neurônio específico.

Espera-se que a cada 1,93932 x 10-15 segundos pelo menos um neurônio seja mapeado em um meio mecânico computacional que receberá a informação binária de ativação ou desacoplamento.

O reconhecimento do corpo como sendo uma unidade nuclear de um neurônio é realizado através de uma codificação da frequência eletromagnética de onda mais curta que traz a informação de reflexibilidade a elementos específicos que apenas estão contidos na superfície de todo núcleo neural.

Para isto deve-se armazenar as 25 primeiras combinações de sinais de cada ciclo de lançamento da onda de frequência para garimpar a presença de núcleos neurais. A pesquisa do núcleo é realizada sobre um quantitativo de ânions presentes em um determinada localidades do encéfalo segundo as características mórficas do DNA nuclear neural que tornam algumas combinações de onda reflexíveis a algumas ondas eletromagnéticas.  As 25 unidades de modalidades de frequências eletromagnéticas lançadas no encéfalo seguintes de uma emissão de 100 ciclos de mesma frequência serão responsáveis por indicar o estado de ativação do neurônio via dendritos. As combinações de ondas aqui lançadas em relação estas 25 unidades também tem características e propriedades próprias que permitem a absorção e reflexibilidade da onda conforme o estado de ativação já descritas acima.

As 25 unidades de modalidades de ondas restantes trazem combinações de coeficientes angulares sensíveis a presença e concentração de íons sobre a capa dos axônios e a absorção do comprimento de onda indicará um número menor de retornos da onda ao equipamento sensorial que irá computar a informação como um elemento binário que indicará repouso ou excitação.

As 25 unidades seguintes de modalidade de frequência do mesmo ciclo irão armazenar um check list dos 3 testes anteriores no qual será uma repetição para comprovar: a presença do núcleo neural, dendritos e axônios (ativos ou inativos). No teste de atividade dos apêndices neurais (dendritos e axônios) será considerado para fins computacionais como ativo os componentes que retornarem até 20% do comprimento de onda para o equipamento. Este teste evita a oscilação da onda que não reproduz resposta motora.

Cada lançamento de onda validado que encontre um Phyquantum será armazenado uma posição georreferenciada como descrito anteriormente que terá como centro a posição central do Tálamo do indivíduo no instante t.

As informações serão somatizadas a fim de que uma árvore de corrente elétrica seja uma fotografia do momento do indivíduo no ato de sua apreensão.

Cada nova coleta será realizada numa distância de 5 mícons em relação à posição anterior que poderá encontrar: um phyquantum, ou dendrito, ou axônio, ou outro corpo não definido.

É impossível dentro de uma mesma dimensão ligar 5 pontos entre si sem que haja cruzamentos pelo caminho.

Sejam cinco phyquantuns em uma dada região do cérebro e ao interligarem eles estabelecem entre si um único circuito neural. Se for estabelecido uma ligação entre os 5 pontos distintos entre si, a formar uma rede neural, a junção do quinto elemento com os outros phyquantuns já fusionados entre si gerará a interceptação de um caminho de energia que irá formar um nó criando a condição necessária para que um novo neurônio seja criado naquele ponto específico o qual represará a informação do agrupamento em termos de apreensão de uma condição metafísica determinada pelo biológico.

O cérebro tem muitas camadas e a interação entre elas forma dimensões e estados variados.

Um único ponto ou phyquantum pode gerar sobre si mesmo um microcircuito que constituirá um processo de canibalismo de forças na forma de retroalimentação da corrente elétrica do neurônio quando o axônio do phyquantum liga ao mesmo elemento pelo seu dendrito, o que irá desencadear a morte do neurônio pelo seu consequente isolamento celular.

Como é conhecido o sentido da corrente elétrica do neurônio é sempre orientado para uma única e exclusiva direção. Se for considerado a conexão de apenas cinco elementos phyquantuns será formado um estado recorrente em relação a uma excitabilidade sensorial.

É o nó o artifício primário da formação do complexo egoico que objetiva cristalizar um condicionamento que afeta uma condição de resposta motora para o indivíduo.

A FORMAÇÃO DO COMPLEXO

O complexo é inspiração para a repetição e retórica.

São nas pequeninas coisas que estão as grandes transformações!

A relação primária entre os 5 elementos formadores do sexto elemento na forma de Nó somente condiciona a formação de um novo elemento se todos os pontos estiverem inseridos dentro de um mesmo plano georreferenciado.

Se no platô que forma um complexo egoico coexistisse apenas uma dimensão na forma de um plano ativo para um sistema neural que tivesse apenas 5 phyquantuns poderia dizer que este indivíduo atingiria com certeza um grau de recorrência como resposta motora desencadeada.

Então é certo que qualquer indivíduo que possua um complexo egoico ativo tenderá ao equilíbrio dinâmico cerebral em torno do circuito-núcleo em que a apreensão do ambiente desencadeia o consumo e represamento de energia para resposta motora futura.

A formação de circuitos reverberantes é praticamente certa quanto quatro neurônios de cada dimensão imaginária de um sistema cartesiano estão ativos e um quinto caminho neural se forma pela malha energética fechando o circuito e a consequente acumulação energética através do nó criado.

A formação do nó causa represamento de energia que ao dotar de capacitância um caminho de fuga é gerado através do Halo hipotalâmico do circuito eletromagnético gerado pelo hipocampo.

A angulação gerada pelo desencadeamento de energia irá determinar o caminho adjacente que o complexo irá migrar a Força para a geração de estímulo para os órgãos também adjacentes.

Um nó é responsável por fechar um caminho que abre a porta para uma perspectiva de aprendizado, como também uma apreensão na forma de percepção sensorial.

UM NÓ AMPLIFICA UMA CORRENTE ELÉTRICA QUE CIRCULA POR UM CAMINHO

Que tipo de informação você anda amplificando?

A derivação do canibalismo de vizinhança abre portas para a disputa pela apreensão neural entre os diversos núcleos sensoriais que iniciaram em tempos concorrentes ações adversas para o desencadeamento sensorial-motor de respostas-saídas para uma necessidade momentânea. E este canibalismo se intensifica até que o volume energético (da libido neural) atinge o ápice da acumulação de recursos e os mesmos são lançados no halo hipotalâmico para migração somática nos núcleos occipitais que estabelecem processos similares de junção, e formação, e canibalização.

O nó faz surgir um tipo de instância psíquica denominada ego que tenderá a permanecer estático e estável enquanto novas apreensões de energia circularem dentro da sua área de constituição.

Quanto mais Nós uma pessoa desenvolve dentro de si, mas complexa é sua interação para com o mundo, mas complexo é o represamento em torno do que é apreendido e assimilado, mas condicionamento existirá sobre a perspectiva passada com o consequente deslocamento temporal deste indivíduo ao redor de sua constituição psíquica.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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