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Terça-Feira, 26 de Janeiro de 2021

PREFEITURA APOIA IMPLANTA플O DE REDE DE LEITURA INCLUSIVA EM PORTO VELHO

Os livros em braille so distribudos gratuitamente para pessoas com deficincia visual e a mais de 1.400 escolas, associa寤es, bibliotecas e organiza寤es
Quarta-Feira, 19 de Agosto de 2015 - 11:36

A Biblioteca Municipal Francisco Meirelles recebeu esta semana a visita de Perla Assunção, do núcleo de serviços e apoio à inclusão da Fundação Dorina Nowill para Cegos, com sede em São Paulo, capital. A entidade produz livros em braille (falados e digitais) que são distribuídos gratuitamente para todo o Brasil, e a prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e da Biblioteca é parceira desse projeto.

Perla explicou que o principal objetivo de sua vinda pela primeira vez a Rondônia é montar uma Rede de Leitura Inclusiva com vários parceiros, destinada a atender pessoas com qualquer tipo de deficiência. “A rede já funciona em 22 estados, mas nossa meta é montar uma em cada unidade da Federação”, afirmou.

O próximo desafio da Fundação Dorina Nowill é reunir pessoas, entidades e órgãos públicos comprometidos com a leitura inclusiva e a acessibilidade em Porto Velho. “Em outubro já teremos nossa primeira reunião de planejamento”, disse Perla. Ela acrescentou “que a ideia é organizar diálogos entre os atores de tal forma que possam compartilhar acervos e informações para que aja espaços mais acessíveis e mais acessibilidade no atendimento”.

A psicóloga da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Ana Luíza Pante, que articulou a vinda de Perla a Rondônia, declarou que a instituição de ensino superior já vem trabalhando o processo de inclusão em diversas áreas, citando como exemplos as deficiências visual, auditiva ou intelectual, dentre outras. Conforme Luíza, a Unir está aberta para toda possibilidade de mediação. “Queremos fortalecer a inclusão no meio acadêmico. Embora não tenhamos essa necessidade hoje, devemos estar preparados para o futuro”, declarou.

Segundo a administradora da biblioteca, Lucileyde Feitosa, a função da Francisco Meirelles é preparar a base e incentivar a leitura e os estudos para que as pessoas com deficiência visual ou outras limitações também cheguem a universidade. “Vamos fazer a institucionalização da rede para que funcione de forma a produzir grandes resultados”, garante.

Os livros em braille são distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e a mais de 1.400 escolas, associações, bibliotecas e organizações que atendem esse público em todo o País. “Nosso objetivo é oferecer à pessoa com deficiência visual de todas as idades, tratamento adequado às suas necessidades, proporcionando condições para um desenvolvimento pleno, de acordo com seu potencial individual e suas condições sociais, educacionais e econômicas, visando a sua inclusão social”. Completou Perla Assunção.

Fonte - assessoria - pmpv

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