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Segunda-Feira, 01 de Março de 2021

DE OLHO NA CRISE, DILMA DISCUTE ATÉ CORTE DE DESPESAS OBRIGATÓRIAS

O objetivo é garantir o cumprimento da meta fiscal de 0,7% do PIB em 2016.
Terça-Feira, 18 de Agosto de 2015 - 09:58

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Dilma Rousseff está enfrentando dificuldades para fechar as contas do governo no azul em 2015 e começou a discutir "fortes medidas de ajustes" nas despesas, inclusive as obrigatórias, para aumentar as receitas no próximo ano.

O objetivo é garantir o cumprimento da meta fiscal de 0,7% do PIB em 2016.

O tema foi discutido pela presidente com a equipe da Junta de Execução Orçamentária, da qual participam os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento).

Por conta do cenário de retração, o governo considera que será "inevitável" promover no próximo ano um aprofundamento no corte de despesas e no aumento de receitas, com venda de ativos e elevação de tributos.

As despesas obrigatórias, como funcionalismo e benefícios sociais, por exemplo, respondem pela maior parte dos gastos do governo e são mais difíceis de cortar.

No Orçamento deste ano, por exemplo, elas somam R$ 856 bilhões, ou cerca de três quartos das despesas não financeiras da União.

A decisão sobre o tamanho do corte e do aumento de receita ainda está em estudo. O governo quer fechar as medidas até 31 de agosto, prazo final para enviar sua proposta de Orçamento para 2016.

Uma forma de cortar gastos obrigatórios é adiar repasses aos bancos oficiais que conduzem programas de financiamento favorecido. Além disso, a equipe de Levy propôs regras mais duras para a concessão de benefícios como pensões por morte, auxílio-doença, seguro-desemprego e abono salarial.

Fonte - BOL

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