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Sabado, 28 de Novembro de 2020

HERPES PODE SER TRANSMITIDO PELO BATOM; CONHEÇA AS DOENÇAS DAS MAQUIAGEM

"O herpes é bastante comum. Há estudos que mostram que 90% da população carrega o vírus do herpes labial"
Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015 - 10:29

De tanto dançar na balada, após algumas horas, a maquiagem já não é a mesma. É a hora de ir ao banheiro para retocá-la. Sua amiga tira da bolsa aquele batom com uma cor que você adora e pergunta se você quer usá-lo. Mas, antes de dizer sim a ela, é preciso saber que o simples ato de usar a maquiagem alheia pode te trazer uma série de doenças. Não queremos assustar ninguém, mas os cosméticos podem transmitir vírus, bactérias e até fungos.

Os especialistas entrevistados pelo UOL afirmaram que o risco de contaminação é ainda maior se o cosmético estiver fora do prazo de validade. A maquiagem possui substâncias que evitam a proliferação de microrganismos, mas elas perdem a sua eficácia quando o produto vence. Isso não demora muito. Para ter uma ideia, um rímel tem validade de apenas três meses. Depois disso, você pode estar usando uma maquiagem que serve como meio de cultura (onde os microrganismos se reproduzem).

No caso do batom, se fala bastante do risco de transmissão do herpes simples, vírus que, na maioria dos casos, causa aquelas "bolhinhas" ao redor da boca. Não é que o vírus fique por muito tempo no batom, mas se a pessoa que tem a doença passa um batom e empresta, você pode pegar o vírus. "O herpes é bastante comum. Há estudos que mostram que 90% da população carrega o vírus do herpes labial", afirma a dermatologista Elisete Crocco, coordenadora do Ambulatório de Cosmiatria e Acne da Santa Casa de São Paulo.

O que pouca gente sabe é que se a sua amiga está gripada, tem mononucleose (conhecida como doença do beijo), ou doenças respiratórias causadas por bactérias, como amigdalite, ela pode passar a enfermidade ao emprestar o batom. "A transmissão se dá por causa da saliva. Os microrganismos podem ser transmitidos, mas por um curto intervalo de tempo, pois eles não sobrevivem sem as condições ideais de temperatura", explica a dermatologista Viviane Frange, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fonte - uol

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