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Segunda-Feira, 30 de Novembro de 2020

INSS DE VILHENA NÃO ADERE A GREVE NACIONAL

As informações foram prestadas pelo gerente local da Unidade, Jobe Monteiro, que informou que o INSS em Vilhena conta com 14 funcionários, com uma média de atendimento de 200 pessoas por dia.
Terça-Feira, 21 de Julho de 2015 - 16:02

Por Fabiana Cortez
da redação do NewsRondônia - Vilhena

A greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que completou 15 dias, prejudicando o funcionamento de grande parte das agências no país, não foi acatada pela agência de Vilhena, cone sul de Rondônia. A afirmativa partiu da gerência local, que por decisão conjunta preferiu manter as atividades ininterruptas.

As informações foram prestadas pelo gerente local da Unidade, Jobe Monteiro, que informou que o INSS em Vilhena conta com 14 funcionários, com uma média de atendimento de 200 pessoas por dia. Ele ressaltou ainda a importância dos atendimentos para atender a demanda da região. “Como Vilhena atende praticamente todo o Cone Sul do estado, e algumas cidades do Mato Grosso, aderir a greve seria implantar o caos na região. Por esse motivo, os funcionários entraram em comum acordo em manter as atividades”, explicou.

Apesar de Vilhena não aderir à manifestação, outras unidades de Rondônia decidiram no início desta semana cruzar os braços para unir forças ao movimento, atualmente com 80% de adesão dos trabalhadores pelo país, segundo um balanço da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps).

No entanto, a estimativa do Ministério da Previdência Social apresenta outros dados, em que 11,49% dos funcionários aderiram à greve, sendo um total de 45,7% das agências com funcionamento parcial e 16% completamente paradas.

Os servidores rejeitaram, na última sexta-feira (17), em assembleia no Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sinsprev), a proposta de reajuste de 21,3%, dividido em quatro anos. A categoria reivindica reajuste de 27,6% em uma única parcela. Os trabalhadores pedem também a incorporação de gratificações.

Em comunicado, o Ministério da Previdência Social diz "que tem baseado a relação com os servidores no respeito, no diálogo e na compreensão da importância do papel da categoria no reconhecimento dos direitos da clientela previdenciária e, por isso, mantém as portas abertas às suas entidades representativas para construção de uma solução que contemple o interesse de todos.”

Fonte - NewsRondônia

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