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Sabado, 23 de Janeiro de 2021

MARIANA CARVALHO ANALISARÁ PROJETO EDUCATIVO CONTRA CAUSAS DA VIOLÊNCIA

A ideia é que as disciplinas nas unidades educacionais não sejam apenas matemática, português, ciências, vitais para o conhecimento humano, da mesma forma que a vida em sociedade.
Terça-Feira, 07 de Julho de 2015 - 10:36

Brasília - Apesar de residir fora do Brasil, mas preocupado com os problemas que afligem sua terra natal, Samuel Saraiva encaminhou à Deputada Federal Mariana Carvalho (PSDB/RO) na última segunda-feira (6), sugestão que objetiva corrigir as causas da violência infanto-juvenil, a corrupção e a degradação ambiental através da inclusão de disciplinas específicas na grade curricular de ensino primário que melhor preparem os cidadãos das futuras gerações.

Para explicar, o jornalista afirma que é possível ensinar crianças desde os primeiros anos da idade escolar princípios cívicos e morais. Certo de que os valores éticos e de honra, se ensinados também de forma didática, problemas de violência, marginalidade e até mesmo bullying serão drasticamente diminuídos. É necessário que se desenvolva uma sensibilidade sólida de respeito do espaço e do direito alheio, identificação clara das injustiças, à tomada de atitudes e à adoção de compromissos nessa faixa etária onde os ensinamentos ficam gravados no cérebro influenciando o destino de cada criança”, afirma Samuel. O jornalista ainda ressalta que é preciso que se promova o entendimento de problemas sociais que habilite o indivíduo a interagir com os que estão ao seu redor, pois é através da consciência de si próprio e do outro que decisões positivas sob o ponto de vista ético/moral podem ser alcançadas. “Ministrar conteúdo didático que sirvam de ferramentas para identificação de situações que levem à violência, bem como resolve-las de forma a priorizar a razão em detrimento da agressão, sem dúvida será um mecanismo efetivo na formação de adultos mais tolerantes e menos agressivos”, diz. Para Saraiva, essas técnicas da área da psicologia seriam incorporadas formando mentes diferenciadas.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é um dos países com maior número de homicídios. Com o sistema prisional defeituoso e superlotado, Samuel enfatiza que o foco do projeto idealizado não são os menores ja infratores, problema que desafia a Nação resolvemos ou conviver com esse mal decorrente de uma educação deficiente mas acredita que a base para corrigir as causas destes problemas dependerá preventiva de ações preventivas nas escolas. A ideia é que as disciplinas nas unidades educacionais não sejam apenas matemática, português, ciências, vitais para o conhecimento humano, da mesma forma que a vida em sociedade. Ensinar como combater a corrupção também pode ser lecionado nas salas de aula, com material lúdico e informativo, priorizando as relações humanas e o respeito ao meio ambiente por sua grande importância para a humanidade.

E essas novas disciplinas cujos nomes e formatação decorreriam de indicações técnico-pedagógicas podem ser uma forma ainda de economia para o Estado, pois a corrupção custa bilhões de reais para os cofres públicos. O jornalista argumenta em documento enviado à Deputada recém-eleita e Vice-Presidente Executiva do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que este seria o melhor momento para dar um salto efetivo na educação do País. Manifestou confiança no potencial, sensibilidade e compromisso da jovem parlamentar acerca dos assuntos que são prioridade para o avanço sócio-cultural do Brasil. “A opção por investir agora na educação das crianças a partir da inclusão dessas disciplinas, permitirá eliminar os elevados custos advindos da estratégia equivocada de prende-las na adolescência como forma de ressocializa-las”, e - argumentou - “Se não tirarmos lições das dificuldades conjunturais a partir de uma visão estratégica que corrija e atenda o plano estrutural, deixaremos como legado a marca do descaso, da incompetência e do mau-caratismo que mantém a Nação brasileira atrelada às algemas que nos coloca no status e condição de terceiro mundo, numa posição desconfortável no cenário internacional e sobretudo, com o futuro seriamente ameaçado” - conclui Saraiva.

Fonte - Assessoria

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