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Sabado, 28 de Novembro de 2020

REFORMA POLÍTICA NO BRASIL É TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Proposta do evento foi do deputado Leo Moraes (PSB)
Sexta-Feira, 26 de Junho de 2015 - 10:29

Na tarde desta quinta-feira (25), a Assembleia Legislativa realizou audiência pública e debateu sobre as propostas da Reforma Política em análise no Congresso Nacional, os reflexos e suas consequências. A proposta para o evento é de autoria do deputado Léo Moraes (PSB).  

Segundo o parlamentar, é possível perceber a baixa qualidade do transporte público, a crescente violência urbana, a deficiência na educação, a precariedade da saúde pública, a carência de esporte e lazer para a juventude e a falta de terra para os trabalhadores que precisam são alguns dos inúmeros problemas sociais que a sociedade brasileira sofre há muito tempo.

Léo Moraes defende a aprovação das reformas urbana, agrária, tributária e a política. “Todas elas precisam ser aprovadas no Congresso Nacional, mas Ele impede que tais reformas sejam analisadas, porque parte dele representa os interesses de um pequeno grupo”, disse.

Vertentes

A Audiência Pública teve como escopo discutir duas vertentes e mobilizar a sociedade para o debate e incidir no debate realizado no Congresso Nacional.

Em posicionamento firme, o deputado Aélcio da TV (PP) foi taxativo ao defender o voto distrital, que não passou em votação no Congresso Nacional, pois se vota em que você conhece posicionando-se contrário ao financiamento público e privado de campanha.

Disse o deputado ser favorável em se limitar a cota para os candidatos. “Empresa não financia ninguém de graça”, afirmou. “O que acontece é que se gasta muito em campanha e vai se buscar os recursos nas empresas, que, depois, vão receber as doações de qualquer jeito”.

Aélcio observou que o debate poderia ter sido realizado antes, já que o Congresso já está votando e não mudou quase nada a reforma política. Reiterou que empresa nenhuma vai investir sem perspectiva de pegar o dinheiro de volta.

Concluiu dizendo que adesivar veículos em troca de combustível é uma forma de corrupção eleitoral legalizada e afirmou que “a coisa só vai mudar se houver consciência do eleitor, pois se depender do sistema político não muda nada”.

Fonte - ale/ro - decom

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